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seca de gols - 22/11/2023, 11:28 - Bruno Dias- Atualizado em 22/11/2023, 14:42

"Gol não é meu ponto forte", afirma Jesus, camisa 9 do Brasil

Atacante vive jejum de gols com a camisa amarelinha

Gabriel Jesus ressaltou versatilidade e entrega no ataque da Seleção
Gabriel Jesus ressaltou versatilidade e entrega no ataque da Seleção |  Foto: Divulgação / Flickr CBF

O desempenho da Seleção Brasileira nos últimos jogos das Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2026 tem sido abaixo do esperado, mostrando ter deficiência em diversos setores, como no ataque, que possui oito gols marcados em seis jogos na competição. O camisa 9 do Brasil no jogo contra a Argentina, Gabriel Jesus, por sua vez, afirmou que fazer gols não é um ponto forte dele.

"Eu tento, eu busco, me movimento, ajudo a equipe. O gol é inevitável. Acredito que não seja meu ponto forte. Mas eu faço gol, estou lá para fazer gol, tanto que fiz gol aqui na seleção. E quando voltar a fazer gol, vai acontecer. É trabalhar, eu não sou de rebater crítica ou ficar feliz por elogio. Nada me incomoda mais", afirmou o jogador, em entrevista na zona mista do Maracanã após a derrota para os Hermanos na terça (21).

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Principal atacante e artilheiro do ciclo comandado por Tite, o avançado não conseguiu suprir as expectativas e deslanchar com a camisa 9, utilizada por craques como Ronaldo e Romário, balançando as redes apenas uma vez em 29 jogos com a Canarinho, desde 2019.

A má fase do atleta, reflete principalmente nas Copas do Mundo em que disputou, passando zerado em 2018 e 2022. No entanto, Gabriel destaca que hoje está mais "maduro".

"Tem coisas que me incomodaram bastante no ciclo pós-Copa de 2018. Eu era mais jovem, tinha outra cabeça. Hoje sou mais maduro, entendo que o futebol é uma prioridade para mim e sempre vou dar minha vida para fazer o melhor, principalmente na seleção brasileira, que é meu sonho de criança", ressaltou ele, que vive um jejum de gols com a camisa amarelinha.

O revés sofrido para a Argentina na noite da última terça-feira (21), por 1 a 0, fez o Brasil permanecer na sexta colocação das eliminatórias para o Mundial de 2026, abaixo da própria Albiceleste, Uruguai, Colômbia, Venezuela e Equador.

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