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Ceo da Esportes da Sorte fala sobre prisão: “Ausência de motivos"

Investigado por operação policial, Darwin Henrique da Silva Filho se entregou para as autoridades na quinta-feira (5)

Da Redação
Da Redação
Darwin Henrique da Silva Filho, dono da casa de apostas Esportes da Sorte
Darwin Henrique da Silva Filho, dono da casa de apostas Esportes da Sorte |  Foto: Reprodução / Esportes da Sorte

Um dos investigados da operação "Integration", a mesma que capturou a influenciadora Deolane Bezerra, o empresário Darwin Henrique da Silva Filho, dono da casa de apostas Esportes da Sorte, se entregou e foi preso pelas autoridades na quinta-feira (5). Antes de ser levado para a prisão, ele divulgou uma carta aberta.

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No documento, o homem afirmou que sempre esteve à disposição da Justiça e que não entendeu o motivo pelo qual foi preso, alegando falta de provas. “Sigo colaborando com todas as investigações, inclusive ficando surpreso com a ausência de motivos que levaram a uma medida tão rigorosa quanto a que a mim foi aplicada. Dado que sempre me coloquei à disposição das autoridades. De qualquer forma, irei cumprir os ritos legais e observar todas as nuances jurídicas”, disse ele.

Darwin contou que está se sentindo tranquilo apesar das adversidades e que sua empresa sempre agiu de forma legal e colaborou com a justiça. Além disso, destacou que, na sua opinião, apostas regulamentadas e crimes deveriam ser pautas separadas.

“Sempre fui muito vocal no intuito de contribuir com o debate favorável à regulamentação das apostas esportivas de cota fixa e jogos online no Brasil. Como representante do Esportes da Sorte, sempre colaborei com a atuação das autoridades e das investigações. Nossa atividade é lícita, já as organizações criminosas são difíceis de combater e acredito que isso deve ser separado. A minha atitude sempre foi defender a lei. Também sempre pautei nossa atuação em favor das boas práticas, do jogo responsável e o defendo como forma de entretenimento”, finalizou.

A operação

Deflagrada na quarta-feira (4), a terceira fase da operação "Integration" investiga um grupo criminoso envolvido com esquema de lavagem de dinheiro e jogos ilegais. De acordo com o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), cerca de R$ 3 bilhões foram movimentados.

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