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Vai subir! - 01/04/2026, 10:20 - Dara Medeiros - Atualizado em 01/04/2026, 10:58

Preço do gás de cozinha sofre aumento e botijão pode custar R$ 165

Reajuste passa a valer na Bahia a partir desta quarta-feira (1º)

Preço do botijão de gás aumenta na Bahia a partir desta quarta-feira (1º)
Preço do botijão de gás aumenta na Bahia a partir desta quarta-feira (1º) |  Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

O preço do gás de cozinha aumentará na Bahia, a partir desta quarta-feira (1º), em cerca de 15,3% para as distribuidoras. Com isso, se o botijão custava entre R$ 125 e R$ 155 antes do reajuste, agora o valor poderá chegar a R$ 165 para os consumidores.

De acordo com a Acelen, empresa responsável pela Refinaria de Mataripe, que é a principal produtora de combustível do estado, essa mudança ocorreu devido a uma série de critérios de mercado que afetaram o preço do Gás Liquefeito de Petróleo (GLP), como por exemplo o custo do petróleo, especialmente após a Guerra do Irã.

“Os preços dos produtos da Refinaria de Mataripe para as distribuidoras seguem critérios de mercado que levam em consideração variáveis como custo do petróleo, que é adquirido a preços internacionais, dólar e frete, podendo variar para cima ou para baixo. A empresa possui uma política de preços transparente, amparada por critérios técnicos, em consonância com as práticas internacionais de mercado”, menciona em nota enviada ao MASSA!.

Como fica o consumidor?

Botijão de gás pode chegar a R$ 165 após reajuste
Botijão de gás pode chegar a R$ 165 após reajuste | Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Segundo o presidente do Sindicato dos Revendedores de Gás do Estado da Bahia (Sinrevgas), Robério Souza, o consumidor baiano pode ser afetado em cerca de R$ 8 a R$ 10, a depender da região. A alteração no valor do botijão é apresentada como uma “medida necessária”.

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“Haverá atualização nos preços do GLP, em decorrência do aumento nos custos de aquisição, logística e operação. A medida é necessária para assegurar a continuidade do abastecimento, a segurança das operações e a manutenção da qualidade dos serviços prestados à população”, pontua Robério Souza.

O MASSA! também entrou em contato com o Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de GLP (Sindigás) para saber o posicionamento oficial diante do atual cenário brasileiro, mas não obteve retorno até a publicação desta matéria. O espaço segue aberto para manifestações.

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