
O mar de Ondina será palco de mais uma edição do projeto ParaPraia, que promove banho de mar assistido para pessoas com deficiência física ou mobilidade reduzida. A ação acontece neste sábado (28) e domingo (1º), das 8h às 12h, na Praia da Bacia das Moças, em frente ao Instituto Bahiano de Reabilitação (IBR).
Como participar
O projeto é gratuito, mas é necessário apresentar documento oficial com foto para cadastro no local. Os participantes devem estar com traje de banho.
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Grupos grandes e instituições, como casas de acolhimento, precisam fazer agendamento prévio pelo telefone (71) 99275-6306.
Inclusão e cidadania
Para o titular da Sempre, Júnior Magalhães, o projeto amplia o acesso ao lazer durante o verão.
“Ao longo dessa década, o ParaPraia já proporcionou a milhares de banhistas a emoção inesquecível de entrar no mar pela primeira vez, um momento que simboliza liberdade, pertencimento e superação. A cada edição, ampliamos o número de pessoas beneficiadas e fortalecemos essa política pública de inclusão, reafirmando que o direito ao lazer também é um direito de cidadania”, afirma o secretário.
A 11ª edição será encerrada nos dias 8 e 9 de março, na Praia da Preguiça, ao lado do restaurante Amado, na Avenida Contorno.
Estrutura e parceiros
O banho de mar é acompanhado por voluntários capacitados, sob coordenação de professores da Universidade Salvador (Unifacs). Participam estudantes de cursos como Fisioterapia, Medicina, Educação Física, Enfermagem e Psicologia, além de integrantes da sociedade civil.
Ao todo, 60 voluntários atuam por dia. A segurança é garantida por equipes do Salvamar, Corpo de Bombeiros, Guarda Civil Municipal e Polícia Militar.
A iniciativa também conta com patrocínio de empresas privadas. Segundo Clezyane Araújo, coordenadora socioambiental do Salvador Shopping, “É uma responsabilidade social compartilhada. A iniciativa reafirma nosso compromisso com a promoção de uma sociedade mais justa, inclusiva e acessível”.
Já Marcelo Lyra, vice-presidente de Comunicação, ESG e Relações Institucionais da Acelen, destaca que “Derrubar barreiras físicas ou simbólicas favorece encontros, fortalece vínculos e contribui para uma sociedade mais diversa e humana”.
