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enjaulado? - 03/02/2026, 14:00 - Lais Machado

Atrás das grades de novo? Justiça decreta nova prisão de Oruam

Rapper voltou a descumprir medidas cautelares e teve prisão preventiva determinada pela Justiça do Rio

Tornozeleira de Oruam estaria desligada desde o dia 1°
Tornozeleira de Oruam estaria desligada desde o dia 1° |  Foto: Reprodução/ Instagram (@oruamdavi_)

Oruam pode ser preso novamente após a Justiça do Rio determinar uma nova prisão preventiva por descumprimento das medidas cautelares impostas. A decisão foi tomada nesta terça-feira (3) pela juíza Tula Correa de Melo, da 3ª Vara Criminal do Tribunal de Justiça. A informação foi divulgada pela coluna de Fábia Oliveira.

Segundo a decisão, o mandado foi encaminhado poucos minutos após a assinatura da magistrada para a 16ª Delegacia da Barra da Tijuca. A tornozeleira eletrônica do rapper, Mauro Davi dos Santos Nepomuceno, está desligada desde 1º de fevereiro.

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Os documentos apontam que a juíza baseou sua decisão nos relatórios que comprovaram reiteradas violações no uso da tornozeleira. Parte dos informes de monitoramento de novembro e dezembro foi considerada inconclusiva, sem registro de horário ou localização. Ela também citou manifestações anteriores e a decisão recente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que revogou a liminar do habeas corpus que mantinha o artista em liberdade.

Habeas corpus revogado

O STJ revogou, na segunda-feira (2), a liminar que garantia a liberdade de Oruam. Segundo o tribunal, o músico descumpriu as condições de uso da tornozeleira eletrônica e comprometeu a fiscalização das medidas cautelares que substituíram sua prisão.

Entenda o caso

Oruam foi preso em julho de 2025 após ser indiciado por sete crimes: tráfico de drogas, associação ao tráfico, resistência, desacato, dano, ameaça e lesão corporal. Ele também foi denunciado por tentativa de homicídio contra policiais envolvidos na ocorrência.

Em setembro, o STJ revogou liminarmente a prisão, substituindo o cárcere por medidas como comparecimento periódico à Justiça, recolhimento domiciliar noturno e uso de tornozeleira eletrônica, condições agora descumpridas, levando à nova ordem de prisão.

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