
O bolso dos baianos teve um pequeno alívio na hora de fazer a feira em 2026. Dados divulgados nesta sexta-feira (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que a inflação oficial do país ficou em 0,16% no mês de junho. Isso aconteceu, em parte, porque os alimentos ficaram, em média, 0,24% mais baratos.
Os produtos comprados para comer em casa caíram 0,39% de preço. Café moído, frutas e carnes ajudaram nessa redução.

Comer em restaurantes e lanchonetes também teve uma elevação no custo, mas o aumento foi menor do que o registrado no mês anterior, passaram de alta de 0,49% em maio para 0,15% em junho.
Os alimentos que mais ficaram baratos no primeiro semestre foram:
➡️ Abacate: -41,3%
➡️ Laranja-baía: -32,81%
➡️ Laranja-lima: -23,36%
➡️ Banana-maçã: -18,9%
➡️ Maracujá: -12,93%
➡️ Café moído: -11,49%
➡️ Maçã: -11,03%
➡️ Açúcar refinado: -10,78%
➡️ Limão: -9,45%
➡️ Óleo de soja: -9,25%
Hortaliças seguem pesando no orçamento

Nem tudo, porém, ficou mais em conta para os baianos e demais brasileiros. O pepino liderou a lista dos alimentos que mais encareceram no semestre, com alta de 155,47%, seguido por cenoura (103,14%), tomate (82,41%) e batata-inglesa (82,11%).
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Também tiveram aumento morango, cebola, feijão-carioca, leite longa vida, brócolis, couve-flor, manga, couve, batata-doce e peito bovino.

Segundo levantamentos do setor, o calor em áreas produtoras reduziu a colheita do pepino, as chuvas prejudicaram parte da safra da cenoura e o tempo mais frio e úmido atrasou a produção do tomate, diminuindo a oferta desses alimentos nos mercados.
