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Espertinha" - 20/01/2026, 18:40 - Da Redação

Mãe de preso se complica ao entrar em presídio com material inusitado

MASSA! teve acesso exclusivo à imagem da coroa

Penitenciária de Eunápolis, no extremo sul da Bahia
Penitenciária de Eunápolis, no extremo sul da Bahia |  Foto: Divulgação/Seap

Uma mulher de 58 anos foi pega no flagra, nesta segunda-feira (19), tentando dar uma de esperta e se meter no Conjunto Penal de Eunápolis, no extremo sul da Bahia, com um material semelhante ao 'Durepoxi' escondido na muleta. A tentativa foi identificada por causa do scanner corporal BodyScan, utilizado pela Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização da Bahia (Seap).

A envolvida na situação é mãe de um detento e utiliza o instrumento para andar, já que não tem uma das pernas. Na vistoria foi encontrada a massa epóxi bicomponente de alta resistência, comumente utilizada para colar, moldar e vedar superfícies. Ela confessou ter levado a substância para atender um pedido do filho.

Resultado do scanner corporal BodyScan
Resultado do scanner corporal BodyScan | Foto: Divulgação/Seap

O MASSA! obteve um imagem com exclusividade que mostra a 'coroa' apoiada na muleta utilizada para levar massa epóxi bicomponente. Por se tratar de material de uso proibido, mas não ilícito, não houve encaminhamento à delegacia, sendo instaurado procedimento administrativo.

Imagem obtida pelo MASSA!
Imagem obtida pelo MASSA! | Foto: Portal Massa!

Não foi a primeira vez

De acordo com a Seap, esta não foi a primeira apreensão do mesmo tipo de produto na unidade. Na semana anterior, outra visitante foi flagrada por policiais penais ao tentar ingressar no mesmo pavilhão com material semelhante, introduzido nas partes íntimas.

O superintendente de Gestão Prisional da Seap, o policial penal Luiz Cláudio Santos, explicou o risco da entrada desse tipo de material nas unidades prisionais e para que os internos costumam utilizá-lo.

“Esse tipo de material é utilizado pelos internos para fechar o ‘cafofo’, que funciona como esconderijo de ilícitos dentro das unidades prisionais, além de servir para ‘colar’ grades que podem ser serradas. Ou seja, é de suma importância barrar a entrada desse tipo de material”, contou.

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Tecnologia

O secretário da Seap, José Castro, reforçou a importância do investimento do estado em ferramentas que auxiliam na segurança das unidades.

“É mais uma prova que o investimento em tecnologias fortalece a segurança e a modernização do sistema prisional baiano. Esses recursos ampliam a eficiência das ações. E volto a repetir, não adianta tentar, a Seap e a Polícia Penal permanecem em vigilância”, salientou.

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