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queda de um assassino - 22/01/2026, 14:00 - Da Redação

Do luxo a prisão: conheça Sérgio Nahas, empresário que matou a esposa

Crime ocorreu em 2002 e condenação foi agravada pelo STF

Sérgio Nahas foi preso no sábado (17)
Sérgio Nahas foi preso no sábado (17) |  Foto: Reprodução

O empresário Sérgio Nahas, 23 anos, foi preso no sábado (17)após ter matado a própria esposa a tiros. Apesar de o nome do criminoso voltar aos holofotes nesta semana, o caso permaneceu em evidência por mais de duas décadas enquanto percorria na Justiça.

O suspeito teve pena fixada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em 2025, condenado a 8 anos e 2 meses de prisão em regime fechado. Desde então, passou a ser considerado como foragido da Justiça, com mandado de prisão em aberto.

Nahas estava 'de boa' em Praia do Forte, no litoral da Bahia, quando foi encurralado. Curiosamente, o local é o mesmo onde ele e a esposa, Fernanda Orfali, haviam passado a lua de mel. Agora preso, ele será transferido para cumprir a pena no sistema prisional paulista.

Quem é Sérgio Nahas?

Paulista de 61 anos, Sérgio Nahas é empresário que 'trampa' no setor têxtil e de confecções. Ele era casado com a estilista Fernanda Orfali havia cerca de dois anos quando a matou com dois tiros.

Segundo investigações, o crime foi motivado por um 'bate-boca' entre o casal, após Fernanda descobrir que Nahas andava se relacionando com travestis, fazendo orgias e se afundando no uso de cocaína.

Ao se sentir ameaçado por um possível divórcio e divisão de bens, Nahas decidiu tirar a vida da mulher. O Ministério Público afirmou que o homem arrombou o closet do apartamento e atirou na vítima.

Sérgio e Fernanda haviam se casado dois anos antes do crime
Sérgio e Fernanda haviam se casado dois anos antes do crime | Foto: Reprodução

Prisões anteriores e condenação

Antes de ter a pena agravada pelo STF, Nahas havia sido preso em outras ocasiões. Semanas após o crime, ficou enjaulado por 37 dias por porte ilegal de quatro armas de fogo. Em 2004, foi detido novamente por suspeita de tentativa de fuga para a Suíça, mas acabou solto após obter o habeas corpus.

O julgamento do assassinato ocorreu em 2018, quando foi condenado à pena de 7 anos de prisão em regime semiaberto pelo Tribunal do Júri por homicídio simples.

A defesa sustentou que a vítima sofria de depressão e teria tirado a própria vida. Porém, apurações do Departamento de Polícia Técnica não encontraram vestígios de que a versão seria a verdadeira.

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