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CHUMBO GROSSO - 14/05/2024, 18:42 - Da Redação

MPF ‘aperta a mente’ de agentes da ditadura pela morte de Marighella

Um médico do IML recebeu denúncia pelo crime de falsidade ideológica

O militante morreu no dia 4 de novembro de 1969,
O militante morreu no dia 4 de novembro de 1969, |  Foto: Fundo DEOPS/Arquivo Público do Estado de São Paulo

Cinco ex-agentes da ditadura militar tiveram como ‘fim’ denúncias do Ministério Público Federal (MPF). Eles estavam envolvidos na morte de Carlos Marighella, líder da Aliança Libertadora Nacional (ALN), grupo armado que realizava oposição ao regime.

Amador Navarro Parra, Djalma Oliveira da Silva, Luiz Antônio Mariano e Walter Francisco foram denunciados por homicídio qualificado.

Já Harry Shibata por falsidade ideológica, uma vez que forjou o laudo necroscópico de Marighella no Instituto Médico Legal. As informações foram divulgadas pelo jornal O Globo.


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Relembre o caso

Morto a tiros em 4 de novembro de 1969, Marighella estava na Alameda Casa Branca, Jardim Paulista, em São Paulo. De acordo com a denúncia, ele foi vítima de uma emboscada.

Com isso, frades dominicanos foram capturados por agentes da repressão, e os militares usaram os religiosos para forjar um encontro com Marighella.

Em seguida, o militante foi até o local onde seria o encontro, mas recebeu tiros pelos agentes.

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