
Essencial para o Carnaval, o trio elétrico foi reconhecido como Patrimônio Imaterial, Cultural e Histórico de Salvador. A honraria aconteceu após o prefeito Bruno Reis sancionar a medida e ser publicada no Diário Oficial do Município nesta sexta-feira (6).
A ideia da medida é dar o devido reconhecimento do trio elétrico para o cenário cultural da capital baiana. Com isso, os órgãos culturais passam a ter a responsabilidade de garantir a eficácia da lei.
O documento foi assinado na última quarta-feira (4) pelo prefeito e pelos secretários municipais Carlos Felipe Vazquez de Souza Leão e Ana Paula Andrade Matos Moreira.
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História do trio elétrico
Com o pontapé inicial dado por Dodô e Osmar, na década de 1950, o trio elétrico foi uma revolução cultural para o Carnaval de Salvador. O veículo com som ganhou o nome de "trio" porque o som era feito pela dupla criadora e Temístocles Aragão. Já o "elétrico" veio da maneira como os instrumentos tinha o som amplificado.
A primeira experiência foi em uma fobica - um carro aberto - equipa por um som potente e uma pegada de um palco em cima. Com o passar do tempo, outros veículos passaram a ser testados, até que chegasse em um caminhão, como é atualmente.
