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Sinal vermelho - 28/02/2026, 18:20 - Da Redação

Mpox avança em 2026 e Ministério da Saúde intensifica vigilância

Primeiros meses do ano registram cerca de 90 casos da doença

Alta de casos da doença coloca saúde pública em alerta no país
Alta de casos da doença coloca saúde pública em alerta no país |  Foto: Ilustrativa/Reprodução/iStock

O avanço da Mpox (MPXV) em 2026 colocou o Ministério da Saúde em alerta máximo. O Brasil já soma 90 casos nos dois primeiros meses do ano, sem registro de óbitos até o momento, mas com aumento nas notificações que acendeu o sinal vermelho na vigilância epidemiológica. A maioria dos pacientes apresenta quadros leves ou moderados, segundo dados oficiais.

O estado de São Paulo lidera com 63 registros. Na sequência aparecem Rio de Janeiro (15), Rondônia (4), Minas Gerais (3) e Rio Grande do Sul (2). Santa Catarina, Paraná e Distrito Federal contabilizam um caso cada. O país ainda monitora mais de 180 notificações suspeitas — 57 descartadas.

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Diante do cenário, a pasta intensificou o acompanhamento por semanas epidemiológicas, atualizou protocolos e reforçou a articulação entre estados e municípios para garantir resposta rápida pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Apesar do alerta, nçao há indicação de quarentena coletiva neste momento.

Algumas orientações seguem recomendadas:

➡️ Pessoas com suspeita de contágio devem procurar atendimento de saúde e evitar contato próximo com outras pessoas;

➡️ Casos confirmados precisam cumprir isolamento imediato até o fim do período de transmissão;

➡️ É fundamental não compartilhar objetos pessoais, como toalhas e roupas;

➡️ Estados e municípios devem manter vigilância ativa e notificação rápida de novos casos.

Mesmo com o crescimento em 2026, o cenário ainda é mais brando que o do ano passado, quando o país registrou 1.079 casos e dois óbitos. A Mpox é transmitida principalmente por contato íntimo ou muito próximo com pessoa infectada e provoca sintomas como febre, dores no corpo e lesões na pele.

Atualmente, o tratamento é de suporte, focado no alívio dos sintomas e na prevenção de complicações, já que ainda não existe medicamento específico aprovado para a doença.

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