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BROTOU DAQUELE JEITÃO - 10/08/2023, 19:51 - Pedro Moraes

Flipelô: Evento engaja cultura pra tudo quanto é lado

Cinco dias de celebração marca o período da sétima edição do Flipelô

Cinco dias de celebração marca o período da sétima edição do Flipelô
Cinco dias de celebração marca o período da sétima edição do Flipelô |  Foto: Ricardo Prado/Divulgação

Negritude, infantil, PcD (pessoa com deficiência). Esses três termos são alguns dos retratos da sétima edição do Festival Literário Internacional do Pelourinho (Flipelô). O segundo dia do evento, que acontece desde a última quarta-feira (9) até o próximo domingo (13), contou com a presença ‘de peso’ da reportagem do Portal MASSA!.

Do povo para o povo, a equipe bateu perna, entre ‘becos e vielas’ do Centro Histórico de Salvador. No ‘pique do malandro doido’, o que se viu foi uma mistura diversificada de gente, a cara do Pelô. A festa, realizada pela Fundação Casa de Jorge Amado, levou ao povo várias opções.

Uma delas foi o Espaço Infantil Mabel Velloso, que teve programação voltada ao público infantil. A Praça das Artes recebe o palco, entre 10 e 13 de agosto.

“A programação foi pensada a partir da homenageada da festa, Mãe Stella de Oxóssi. Teremos oficinas, exposição e vendas de obras literárias, contações de histórias, palhaçaria e lançamentos de livros escritos por crianças e pessoas adultas, a maioria com narrativas afrocentradas, criadas por autoras e autores negros”, explica a diretora teatral Ana Paula Carneiro, curadora do “Espaço Infantil Mabel Velloso”.

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Nesta quinta, eventos como contação de história com Fabiana Costa, contação de história com Terezinha Passos, e contação de histórias, músicas e brincadeiras com o Grupo Conto, Canto e Encanto integraram o dia de muita brincadeira da criançada.

Em outro espaço, o “Inclusão”, situado no Largo Terreiro de Jesus, o marco foi a acessibilidade. A proposta do ambiente compreendeu a agregação de diversos segmentos referentes à área da inclusão social, de modo a valorizar as habilidades de crianças e jovens com deficiência.

“A ideia é mostrar à sociedade que a pessoa com deficiência também produz e consome arte. Que ela tem o direito de ter acesso aos espaços culturais da cidade”, evidenciou Daiane Pina, coordenadora do Espaço Inclusão da Flipelô.

Durante a tarde, nesta quinta, foi visto opções como oficina de brinquedos adaptados, além da roda de conversa e exposição HTLVIDA.

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