
Em meio aos pedidos e votos de fé para Iemanjá, a galera que foi curtir a festa nesta segunda-feira (2) também procura uma forma de se abastecer a barriga. Até mesmo quem não nasceu nas terras baianas não fica de fora da festa e dos costumes locais.
Nascida e criada em Aracaju, Paula Valverde compareceu no Rio Vermelho por mais um ano e não deixou de comer uma das principais comidas da Bahia.
“Vir na Bahia e não comer acarajé não dá, né? É o café da manhã. É um habito que adquiri recentemente, tem três anos que venho pra festa e agora virou tradição vir entregar a rosa”, revela ao MASSA!.
Ela conheceu a cultura e a culinária da Bahia por causa do companheiro Jayme Neto, que virou fiel da lavagem após uma perda importante na família. “Era uma tradição de minha mãe, né, como minha mãe faleceu vai fazer dois anos eu estou mantendo e vim entregar as rosinhas dela”, explica.
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Variedades na lavagem
Além do acarajé, existe também outros points espalhados pelo Rio Vermelho especialmente nesta segunda (2). Com direito a pimenta, farinha, arroz e muita carne, Elisangela da Silva celebra as boas vendas das marmitas de feijoada, que custam R$ 30.
“Desde madrugada que estou vendendo, comecei a fazer ontem de tarde, daqui a pouco já está indo embora, graças a Deus”, vibra.

Para quem gosta de algo mais leve e um pouco mais barato, tem as opções de espetinhos e até pastel. A unidade custa entre R$ 20 a R$ 25.

