
A conta de luz vai ficar ainda mais cara para os brasileiros até junho. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou um novo reajuste que deve entrar em vigor nas próximas semanas, atingindo cerca de 35 milhões de unidades consumidoras no país.
O número equivale a quase 40% do total de consumidores de energia elétrica do Brasil, espalhados pelas principais distribuidoras do país: CPFL Paulista (SP), Coelba (BA), Enel Rio (RJ) e Copel (PR).
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Apesar da previsão média da Aneel concentrar o aumento tarifário de 2026 em 8%, algumas dessas empresas chegam a picos próximos de 20%, superando a inflação e aumentando significativamente o valor da conta.
Medida alternativa para economia
Distribuidoras do Nordeste têm conseguido driblar essa alta no preço com o uso da antecipação de recursos ligados ao UBP (Uso de Bens Públicos). A medida concentra o aumento na faixa de 5% a 7%, passando longe da média de dois dígitos.
No entanto, regiões Sul e Sudeste não conseguem utilizar o recurso com a mesma eficiência e aplicam o reajuste de forma mais direta, indicando um aumento médio de 19,2% em alguns estados.
