
O cantor Lincoln Senna afirmou ao Grupo A Tarde, neste sábado (7), que apoia o projeto de lei antibaixaria, que proíbe a contratação com verba pública de artistas que cantem músicas incentivando a violência contra a mulher, a homofobia ou façam apologia às drogas e ao tráfico. A proposta promete impactar principalmente o gênero do pagodão.
Segundo o vocalista do Parangolé, é importante que os cantores entendam o seu papel na sociedade e revejam letras que possam ser problemáticas.
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“Eu acredito que a fiscalização tem que acontecer, e caso existam realmente brechas para poder se ressignificar e mudar as letras, eu acho que o artista tem que estar aberto a isso, porque nem sempre o artista consegue se perceber nesse lugar de estar emitindo alguma mensagem. Então, a gente, enquanto sociedade, pode se alertar e estar modificando o negócio”, disse Lincoln durante o Furdunço.
Música do Carnaval?
Lincoln também comentou sobre a satisfação de estar na disputa pela música do Carnaval. Neste ano, o Parangolé apostou todas as fichas na canção “Tapa Tapa”, que conta com a participação de Guga Meyra.
“Eu acho que quando o povo abraça, mete dança, se diverte, eu tenho certeza de que é a democracia da escolha da música. Eu fico muito feliz. É meu segundo Carnaval à frente do Parangolé. Geralmente, essas coisas demoram um tempo para acontecer, mas está acontecendo este ano. A gente está disputando a música do Carnaval. Então, só tenho a agradecer a todos vocês”, afirmou Lincoln.
