
Vestir o uniforme e defender os princípios da Polícia Penal tem sido uma tarefa turbulenta para alguns membros das corporações na Bahia e em demais estados brasileiros. Em um intervalo de pouco mais de dois meses, ao menos três agentes foram presos.
Flagrado em um esquema para liberar a entrada de celulares e drogas no Conjunto Penal de Paulo Afonso, no norte da Bahia, um deles foi pego 'com a boca na botija'.
O cerco fechado da corporação colocou outro policial no xilindró em julho deste ano. E foi no mesmo presídio. O agente despertou a suspeita de entrar na unidade com entorpecentes e celulares.
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De modo geral, ele desenvolvia a prática há cerca de oito anos. Junto ao tráfico e associação, também responderá por associação criminosa e corrupção passiva. A identidade da dupla, no entanto, não foi publicada.
No Rio de Janeiro
Ainda nesta quinta-feira (8), outro policial foi detido com cerca de um quilo de drogas e cinco aparelhos celulares. Ele tentava entrar na Cadeia Pública Juíza Patrícia Acioli, em São Gonçalo, antes de assumir o plantão de trabalho. O indivíduo, que teve a identidade mantida em sigilo, foi levado à 73 DP (Neves).
