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Ponto final - 15/01/2026, 18:30 - Da Redação

Polícia chega à conclusão do caso das três mulheres mortas em Ilhéus

Crime aconteceu em agosto de 2025 e chocou pela violência

Duas das vítimas eram mãe e filha
Duas das vítimas eram mãe e filha |  Foto: Reprodução / Redes Sociais

A investigação que apurava a autoria e motivação das mortes de Alexsandra Oliveira Suzart, de 45 anos; Maria Helena do Nascimento Bastos, 41; e Mariana Bastos da Silva, 20, ocorridas no dia 15 de agosto de 2025, em Ilhéus, foi concluída pela Polícia Civil.

Segundo a corporação, o inquérito foi finalizado e encaminhado ao Poder Judiciário ainda em dezembro último, com o indiciamento do investigado, Thierry Lima da Silva, de 23 anos, e o pedido de prisão preventiva, já que ele confessou a autoria do crime.

Durante as investigações, foram realizadas diligências de campo, análise de imagens de câmeras de segurança, exames periciais, oitivas de familiares e testemunhas, além da coleta de outros elementos probatórios que fundamentaram o indiciamento.

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A partir da conclusão das investigações, o Ministério Público da Bahia (MPBA) ofertou a denúncia, por entender que há provas suficientes de autoria e materialidade do crime.

Relembre o caso

MP aceitou a denúncia contra o acusado
MP aceitou a denúncia contra o acusado | Foto: Reprodução / Rede Bahia

As três mulheres, que tinham sido dadas como desaparecidas no dia 15 de agosto, após saírem para caminhar na orla de Ilhéus, foram encontradas mortas um dia depois, em uma área de matagal, com sinais de perfurações provocadas por arma branca.

As vítimas, identificadas como Alexandra O. Suzart, Maria Helena N. Bastos e sua filha, Mariana B. Silva, foram vistas pela última vez saindo de um condomínio, acompanhadas de um cachorro, para passear na Praia dos Milionários. O animal foi encontrado vivo em uma área próxima aos corpos.

Dez dias após o crime, Thierry Lima da Silva confessou, durante uma audiência de custódia, ter participado do triplo homicídio. Ele foi levado para a unidade prisional da cidade, onde permanece à disposição da Justiça.

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