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Macabro! - 21/05/2024, 12:13 - Da Redação

Polícia apura se excomungado que matou família tinha 'parças' de crime

Adolescente de 16 anos assassinou friamente o pai, a mãe e a irmã a tiros

Crime brutal aconteceu em São Paulo
Crime brutal aconteceu em São Paulo |  Foto: Reprodução/Redes Sociais

A Polícia Civil (PC) de São Paulo está investigando se o adolescente que matou friamente o pai, a mãe e a irmã a tiros teve ajuda ou influência de 'parças' para cometer o crime. Com apenas 16 anos, o excomungado é autor de um dos assassinatos mais chocantes da atualidade e foi encaminhado para uma unidade da Fundação Casa após confessar que tirou a vida de toda a família por estar com raiva dos pais terem tomado o celular dele. Como se não bastasse, ele ainda nega ter se arrependido e disse aos policiais que “faria de novo”.

Para auxiliar nas investigações e descobrir se o adolescente teve apoio de terceiros para matar a família, a polícia já apreendeu o celular e o computador dele, conforme foi informado pelo delegado Roberto Afonso, do 33° Distrito Policial (DP) de Pirituba. "Vamos ver se havia algum interlocutor com ele no telefone, razão pela qual ele se sentiu muito frustrado quando os pais recolheram o aparelho de telefonia móvel dele. Precisamos entender se essa frustração foi relacionada a algum tipo de transtorno ou se houve uma problemática de terceiro envolvido", contou o delegado em entrevista ao programa 'Cidade Alerta', da TV Record.

Vale lembrar que o próprio adolescente ligou para a polícia para confessar o crime. Em depoimento, ele contou que planejou a morte dos pais, que o adotaram, após ficar de castigo e ser impedido de usar o celular para fazer uma apresentação da escola. O criminoso ainda alegou que sempre se desentendeu com a família.

Entenda o caso: 'Coisa ruim' afirma que matou a família por conta de celular proibido

A PC declarou que quando os corpos de Isac Tavares Santos, de 57 anos, Solange Aparecida Gomes, de 50 anos, e Letícia Gomes Santos, de 16, foram encontrados, já estavam em processo de decomposição. Eles estão no Instituto Médico Legal (IML), e não há informações sobre o velório e sepultamento.

O caso foi registrado como ato infracional devido a idade do autor. Ele foi denunciado por homicídio, feminicídio, posse ou porte ilegal de arma de fogo de uso restrito e vilipêndio de cadáver.

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