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'Lúcifer' das grades: psicopata mata mais de 50 do PCC nos presídios

Rompimento do criminoso com facção teve como motivo quebra de princípios

Da Redação
Da Redação
Marcos Paulo da Silva, conhecido como 'Lúcifer', foi condenado a mais de 200 anos de prisão
Marcos Paulo da Silva, conhecido como 'Lúcifer', foi condenado a mais de 200 anos de prisão |  Foto: Reprodução

Marcos Paulo da Silva, conhecido como ‘Lúcifer’, foi condenado a mais de 200 anos de prisão. Entre as razões está o fato dele ser um dos criminosos mais temidos do sistema prisional brasileiro.

Mesmo após romper com o Primeiro Comando da Capital (PCC), ele tentou ser contratado pela mesma facção criminosa tempos depois e, recentemente, 'deu a louca' em uma prisão de São Paulo. Diagnosticado com psicose e transtorno de personalidade antissocial, o indivíduo é autor de 50 assassinatos brutais em presídios. As informações foram divulgadas pelo portal Metrópoles.

Rompimento

Marcos rompeu com o PCC e fundou o grupo organizado Irmandade de Resgate do Bonde Cerol Fininho. A primeira vez em que foi detido foi em 1995, aos 18 anos, por furto e roubo. Ao saber que a facção rompeu seus princípios de defender os presos, ele saiu do grupo, em 2013.

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A associação do nome ‘Cerol Fininho’ envolve a prática de usar linhas cortantes, misturadas com vidro e cola, para ferir os oponentes. Em um dos episódios na cadeia, ele deixou corpos mutilados, com abdômen aberto, vísceras arrancadas e cabeças decepadas.

Contratação

Quatro anos depois, o PCC tentou contratar Lúcifer para assassinar José Roberto Fernandes Barbosa, chamado de ‘Zé Roberto da Compensa’, chefe da Família do Norte (FDN), rival do ex-grupo do sanguinário detento.

Na ocasião, o trabalho não aconteceu, já que a polícia executou a Operação Echelon, que prendeu 75 líderes do PCC em 14 estados. Lúcifer das grades tem hoje penas acumuladas de 217 anos e três meses de prisão.

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