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Polêmica das cadeiras - 10/04/2023, 17:59 - Cássio Moreira- Atualizado em 10/04/2023, 18:14

“Não existe argumento”, dispara Carballal sobre mandato coletivo

Vereador de Salvador abre jogo ao Portal MASSA! sobre polêmica protagonizada na última semana por ele

Pedetista contesta mandato coletivo 'Pretas por Salvador'
Pedetista contesta mandato coletivo 'Pretas por Salvador' |  Foto: Cássio Moreira/AG. A TARDE

Pivô da polêmica relacionada ao mandato coletivo ‘Pretas por Salvador’, encabeçado por Laina Crisóstomo (Psol), o vereador Henrique Carballal (PDT) botou a boca no trombone em conversa com o Portal MASSA! , após a sessão desta segunda-feira (10) da Câmara Municipal de Salvador, que ficou marcada pela leitura de uma carta ‘punk’ as psolistas. O pedetista exigiu que seja cumprido o regimento da Casa.

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“O vereador Carlos Muniz (presidente da Câmara Municipal) disse que ia reunir o colégio de líderes para tomar uma decisão. Tem que cumprir o regimento, as pessoas precisam aprender a cumprir as leis. Se a gente começa a descumprir as leis e as normas por conveniência, a gente corre sério risco”, disparou Carballal, que continuou.

“Sem leis, é barbárie, é arbítrio, o mais forte manda e faz o que quer. As leis protegem os mais fracos [...] A lei protege os negros, os homossexuais, as crianças, mulheres. As conquistas sociais acontecem através das leis, das transformações delas, a partir da conscientização da e luta política”, completou o vereador.

Carballal ainda citou que as chamadas co-vereadoras Cleide Coutinho e Gleide Davis devem ser tratadas como assessoras, já que estão registradas com esse cargo, e afirmou que para qualquer mandato compartilhado, a remuneração deveria ser dividida.

“Quando você descumpre uma lei, não existe argumento que lhe permita descumprir as leis. Se você descumpre, você rompe com a lógica de quem precisa dela [...] Se vocês chamam elas de co-vereadoras, eu quero que devolvam o salário que já receberam. Para levar a sério esse debate, eles têm que receber co-subsídio. Essa pantomima não pode ser levada a sério”, finalizou o pedetista.

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