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Relembre o caso - 07/06/2026, 20:30 - Lorena Conceição - Atualizado em 07/06/2026, 21:02

Deputado propõe mudar o nome do Largo da Barra para homenagear PM

O soldado Wesley Soares foi morto em 2021, exatamente no local, em um caso que gerou repercussão nacional

Caso ocorreu na área do Farol da Barra, em Salvador, em 2021
Caso ocorreu na área do Farol da Barra, em Salvador, em 2021 |  Foto: Reprodução /instagram @pmwesleysoares

O deputado Diego Castro (PL) solicitou ao prefeito de Salvador, Bruno Reis (União Brasil), a alteração do nome Largo da Barra, em Salvador. A proposta sugere que o espaço passe a se chamar Largo Soldado Wesley Soares Góes, policial militar morto no local, em 2021.

Encaminhada ao prefeito, a indicação defende a homenagem como forma de preservar a memória do agente.

Relembre o caso

Wesley Soares Góes era natural de Belo Horizonte (MG) e integrava os quadros da Polícia Militar da Bahia desde o ano de 2008, contando com aproximadamente 13 anos de serviços prestados à corporação.

O soldado foi morto, por agentes do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) após 3h30 de negociações sem sucesso, em meio a um aparente surto, no qual ele atirou diversas vezes para cima e contra outros policiais.

Segundo o parlamentar, “Na época dos fatos, encontrava-se lotado na 72ª Companhia Independente da Polícia Militar (CIPM), sediada no município de Itacaré, sendo descrito por colegas de farda como profissional dedicado, disciplinado, pontual e comprometido com a atividade policial. Também era reconhecido por familiares e amigos como pessoa tranquila, alegre e de boa convivência social”.

O episódio, que mobilizou a opinião pública na época, gerou diferentes interpretações sobre a atuação do policial e a resposta das forças de segurança.

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Homenagem aos profissionais de segurança

O deputado ressaltou ainda que a homenagem também simboliza respeito aos profissionais da segurança pública, “reconhecendo os desafios psicológicos, emocionais e operacionais inerentes à atividade policial, especialmente em um cenário de elevada pressão social e institucional vivenciado diariamente pelos integrantes das forças de segurança”.

*Sob a supervisão da editora Amanda Souza

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