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Consequências da tragédia - 15/06/2026, 17:00 - Bruno Dias

Queda de jovem em ponte: saiba o que dizem os funcionários

Trio teve a prisão preventiva mantida por homicídio com dolo eventual

Trio teve a prisão preventiva mantida
Trio teve a prisão preventiva mantida |  Foto: Reprodução/X @StevenJLatham1

Três funcionários presos pela morte da jovem Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, após ser jogada em queda livre durante uma prática de rope jump, em Cordeirópolis (SP), foram ouvidos pela polícia. Nos depoimentos, os homens alegaram estar em choque e não se lembrarem de todo o fato.

Em trechos de entrevista divulgados pelo Fantástico na noite de domingo (14), o advogado dos homens afirmou que eles se encontram em estado de choque após o ocorrido. Segundo um dos investigados, identificado como Luis Felipe Feliciano Egoroff, os trabalhadores não lembram quem ficou responsável por amarrar a corda na vítima.

"Às vezes a gente tipo assim não coloca, outro confere, outro confere, outro coloca. Às vezes um faz, o outro vem, vê se tá certo. Era mais ou menos isso”, explicou ele, com a indicação de que não há divisões fixas de função.

O outro suspeito, Maicon Fernandes Cintra, disse que estava responsável pela checagem dos equipamentos na garota, mas afirmou não se lembrar de ter conferido os dispositivos em Maria Eduarda.

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Suspeitos presos

Entre os seis suspeitos, apenas três - os que aparecem no vídeo com a jovem - foram capturados por homicídio com dolo eventual, quando não há intenção de matar, mas assume o risco. Eles, dessa forma, já cumprem prisão preventiva.

Sepultamento

Maria Eduarda pagou cerca de R$ 180 para o salto radical. Um dia após a tragédia, ela foi sepultada no domingo (14) em Jandira, na Grande São Paulo.

Maria Eduarda morreu aos 21 anos
Maria Eduarda morreu aos 21 anos | Foto: Reprodução / Instagram

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