
A Polícia Civil da Bahia (PC-BA) prendeu três homens e uma mulher durante a Operação Magnum, em Teixeira de Freitas, na quarta-feira (10). De acordo com informações das autoridades, o grupo é investigado por suspeita de tráfico de drogas, associação criminosa e homicídios, como por exemplo a morte de Gabriel de Jesus Wildemberg Cajá.
Segundo informações divulgadas pela TV Bahia, os suspeitos foram identificados como Cassiano Dias Brito, que tem 29 anos e era servidor público do município, Verônica Silva Cardoso Gama, uma jornalista de 38 anos, e Rafael Nunes Di Lauro Dias, de 23 anos. Um homem de 18 anos também foi detido durante a operação.

Enquanto Cassiano, Verônica e Rafael tiveram mandados de prisão temporária cumpridos pelas autoridades, o jovem foi preso em flagrante pelo crime de tráfico de drogas.
A ação policial passou pelos bairros São Lourenço, Bela Vista e Centro, em Teixeira de Freitas, e teve como objetivo desarticular o grupo que estaria atuando na modalidade de tráfico por delivery.
Assassinato levou a polícia até os suspeitos
O homicídio de Gabriel, em 18 de fevereiro de 2026, foi o pontapé inicial para a operação. A polícia chegou até os suspeitos por meio das investigações do assassinato do jovem de 25 anos, que foi encontrado dentro de um carro com o corpo perfurado por diversos tiros.

Conforme as diligências avançaram, surgiram elementos que indicam a presença de uma estrutura do crime voltada à venda de drogas por delivery e que o homicídio teria sido motivado pela disputa do controle do tráfico na região.
“Com base nos elementos colhidos, a autoridade policial representou pela expedição de mandados de prisão temporária e de busca e apreensão, que foram deferidos pelo Poder Judiciário. A ação foi realizada por policiais da 8ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (COORPIN/Teixeira de Freitas)”, diz a PC-BA.
O que dizem as autoridades
A reportagem do MASSA! entrou em contato com o Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) para obter detalhes sobre o caso. De acordo com o órgão, "a notícia-crime ainda não foi comunicada ou distribuída no âmbito deste Tribunal".
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Já a Polícia Civil afirmou que as investigações continuam sendo aprofundadas para identificar se há mais pessoas envolvidas e esclarecer todo o funcionamento da quadrilha.
Também abordamos o Ministério Público da Bahia (MP-BA). Não houve retorno até a publicação desta matéria. O espaço segue aberto e a matéria será atualizada assim que houver um posicionamento oficial.
