
A tentativa de acessar o Conjunto Penal de Itabuna, na Bahia, na última sexta-feira (24), terminou na pior para uma guarda civil. Para frequentar as dependências do presídio, ela colocou substância análoga a maconha e comprimidos para disfunção erétil acondicionados em cabos e cabeças de vassouras. No entanto, a suspeita foi descoberta e agora está em prisão domiciliar.
Conforme apurado pelo MASSA! junto à Prefeitura, a Justiça concedeu essa categoria de prisão condicionada ao uso de tornozeleira eletrônica, além de outras medidas cautelares. Isso porque ela é mãe de um bebê em fase de amamentação.
Segundo o órgão municipal, o “procedimento interno da Guarda Civil Municipal para apuração dos fatos graves correrá sob sigilo”.
O inquérito aberto está na 6ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin) tal qual um processo administrativo disciplinar pela Prefeitura, através da Guarda Civil Municipal e Secretaria de Segurança e Ordem Pública (SESO).
Confira a nota da Prefeitura de Itabuna na íntegra:
"A Prefeitura de Itabuna, através da Guarda Civil Municipal e a Secretaria de Segurança e Ordem Pública (SESOP) vão apurar possível infração criminal de uma agente da Guarda Civil Municipal presa em flagrante com substância análoga a maconha e comprimidos para disfunção erétil acondicionados em cabos e cabeças de vassouras que seriam entregues a um interno do Conjunto Penal de Itabuna.
A mulher foi presa em flagrante na sexta-feira, dia 24, ao tentar entrar n unidade prisional. As drogas foram identificadas durante a revista obrigatória de materiais com o uso de scanner, antes da entrada de visitantes. Os objetos passaram por um equipamento de raios-X, quando agentes penais identificaram algo estranho dentro dos cabos das vassouras.
Ao todo, foram apreendidos cerca de 400 gramas da substância análoga a maconha e 10 comprimidos azuis, com características semelhantes a medicamento para disfunção erétil, que seriam entregues ao irmão dela, que se encontra custodiado na unidade prisional de Itabuna.
No final de semana, um juiz criminal concedeu prisão domiciliar a acusada com uso de tornozeleira eletrônica e medidas cautelares, já que ela é mãe de um bebê em fase de amamentação. O procedimento interno da Guarda Civil Municipal para apuração dos fatos graves correrá sob sigilo."
