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Decisão judicial -

Caso Léo Lanches: Justiça concede liberdade a PM envolvida em morte

A Polícia Militar da Bahia informou nesta sexta-feira (9) que a soldado PM Valdilene Nonato Santos França vai responder em liberdade

A policial encontrava-se custodiada na Coordenação de Custódia Provisória da PMBA desde 4 de agosto de 2026
A policial encontrava-se custodiada na Coordenação de Custódia Provisória da PMBA desde 4 de agosto de 2026 |  Foto: Ilustrativa/Bruno Dias/Portal MASSA!

A Polícia Militar da Bahia informou nesta sexta-feira(9) que a soldado PM Valdilene Nonato Santos França, integrante da guarnição da 49ª Companhia Independente de Polícia Militar envolvida na ocorrência que resultou na morte de Leonardo Gil Lima, conhecido como Léo Lanches, em 23 de julho de 2026, no bairro de São Cristóvão, em Salvador, teve sua liberdade concedida por decisão judicial proferida em 2 de outubro de 2026.

A policial encontrava-se custodiada na Coordenação de Custódia Provisória da PMBA desde 4 de agosto de 2026. A decisão judicial também estabeleceu medidas cautelares, entre as quais a suspensão do exercício da função pública pelo prazo inicial de 180 dias, a proibição de contato com testemunhas e familiares da vítima, bem como a restrição de acesso à localidade de Lessa Ribeiro.

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Paralelamente à investigação criminal conduzida pela Polícia Civil, por meio do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), a PMBA apura, na esfera administrativa, eventuais responsabilidades disciplinares dos policiais militares envolvidos na ocorrência.

Relembre o caso: morte de Léo Lanches

O vendedor Léo Lanches morreu na noite do dia 23 de julho, na localidade conhecida como Lessa Ribeira. Mesmo socorrido a uma unidade de saúde de Lauro de Freitas, na Região Metropolitana de Salvador (RMS), o homem não resistiu.

Pouco menos de duas semanas depois, uma soldado da PM-BA foi presa no bairro da Pituba, depois de uma investigação da 1ª Delegacia de Homicídios (DH/Atlântico), com apoio da corporação militar. A medida foi proveniente sobretudo de imagens registradas por câmeras corporais, além de um laudo pericial produzido pelo Departameno de Polícia Técnica (DPT).

"A Secretaria da Segurança Pública disponibilizou as duas gravações para que fosse analisada toda a dinâmica do fato. Nesse momento, entendemos que era prudente pedir a prisão da policial feminina. Em relação ao outro policial, ainda há uma análise da conduta dele. Mas, neste primeiro momento, entendemos que não era necessária nenhuma medida cautelar contra ele", declarou a delegada Zaira Pimentel, titular da 1° Delegacia de Homicídios (DH/Atlântico), em entrevista coletiva no dia 5 de agosto.

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