
Se você assistiu a algum jogo da Copa do Mundo de 2026, provavelmente reparou em um detalhe que se repete em quase todas as seleções: as chuteiras rosas. O acessório ganhou espaço nos pés de grandes estrelas e virou uma das marcas visuais do Mundial.
Na Seleção Brasileira, por exemplo, jogadores como Alisson Becker, Vinícius Júnior, Bruno Guimarães, Endrick e Raphinha já apareceram usando modelos na cor magenta, lançados especialmente para o torneio.
Muito além da moda
Apesar do forte apelo comercial, a escolha do rosa vai além do estilo. A cor cria um contraste intenso com o verde do gramado, fazendo com que a chuteira se destaque mais facilmente aos olhos de jogadores, torcedores e telespectadores.
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Esse efeito é ainda mais perceptível nas transmissões de televisão, principalmente nas imagens em alta definição. Com tecnologias como OLED, QLED e HDR, as cores ficam mais vivas e o rosa ganha ainda mais destaque durante as partidas.
O curioso mistério da cor rosa
Há outro detalhe que chama a atenção: o rosa não existe no arco-íris. Diferentemente do vermelho, verde ou azul, ele não possui um comprimento de onda próprio.
Na prática, a cor é uma interpretação feita pelo cérebro humano. Quando nossos olhos recebem determinados estímulos das cores vermelha e azul ao mesmo tempo, a mente cria a sensação do rosa, uma das tonalidades mais chamativas para a visão humana.
