
O pastor que teve um vídeo expondo sua relação extraconjugal vazado, na última terça-feira (1º), publicou uma nota por meio do perfil da Convenção Interestadual de Ministros e Igrejas Evangélicas Assembleias de Deus no Pará (COMIEADEPA), da qual é presidente, alegando que tudo não passa de manipulação de mídias para atingir sua imagem e a da instituição.
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O caso aconteceu em Belém do Pará. O pastor Riter José Marques, que é casado e ocupa o cargo máximo na direção das Assembleias de Deus no estado, teve vídeos, prints e nudes vazados em um perfil do Instagram que, supostamente, seria de sua amante. A mulher, também de Belém, é frequentadora da igreja onde o pastor congrega.
O vídeo rapidamente circulou entre os grupos evangélicos da região e dividiu opiniões entre os fiéis. Há quem diga que o conteúdo não passa de uma estratégia política dos adversários de Riter na presidência da COMIEADEPA — que terá eleições em novembro — e que, por ele ser sucessor de seu pai, falecido em março de 2024, teria sido alvo de um plano arquitetado para derrubá-lo do cargo.
Por outro lado, o silêncio prolongado de Riter em se manifestar e as imagens contidas no vídeo foram incontestáveis para alguns fiéis. O pastor chegou a desativar a opção de comentários em suas publicações nas redes sociais, na tentativa de prevenir ataques.
Na nota, o então presidente da Assembleia de Deus afirma que já acionou as autoridades e que tudo não passa de uma injustiça.
