
A condenada por assassinar os próprios pais, Suzane von Richthofen, se envolveu em uma nova polêmica que pode levá-la de volta à prisão. Recentemente, ela entrou no centro de uma disputa familiar após a morte do tio, o médico aposentado Miguel Abdalla Netto, que morreu no início deste ano e deixou uma herança avaliada em cerca de R$ 5 milhões, sem destinatário.
A prima de Suzane, Silvia Gonzalez Magnani, registrou um boletim de ocorrência acusando-a de ter se apropriado indevidamente de bens e dinheiro do imóvel após a morte do familiar, atitude que, caso comprovada, põe em risco o benefício do regime aberto, que hoje permite que ela esteja em liberdade.
Se retornar ao sistema prisional, Suzane cumprirá o restante da pena de 39 anos em regime fechado, pois, para seguir fora da cadeia, ela não pode se envolver em nenhuma nova infração penal.
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No processo, Suzane admitiu ter entrado na casa do tio e retirado objetos, incluindo um carro, além de mandar soldar o portão do imóvel. Ela alega ter prioridade na herança por ser parente consanguínea mais próxima, enquanto Silvia sustenta que deve administrar a fortuna por ter mantido um relacionamento estável com Miguel por mais de uma década.
