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Boca de me dê - 22/05/2026, 00:00 - Da Redação

Boca De Me Dê: Fiori fuleragem, feito de cuspe e baixa do abandono

Chegou a coluna mais babadeira da Bahia

Coluna Boca De Me Dê sai às sextas
Coluna Boca De Me Dê sai às sextas |  Foto: Editoria de Arte / A TARDE

FIORI FULERAGEM

A Fiori vende o Fiat “chique” como se fosse ouro, mas quando o carro dá defeito, o cliente vira pedinte. Sem e-mail, sem gerente, só 0800, robô e “aguarda aí”. Luxo no anúncio, fuleragem no pós-venda. Se é pra pagar caro e passar raiva, melhor ir de busão que pelo menos chega.

NA BASE DA AMEAÇA

Parece que os patrões das empresas de ônibus em Salvador só se movem na base da ameaça. As reivindicações dos rodoviários por condições básicas de trabalho fazem parecer que estamos no século retrasado. Os caras muitas vezes não têm sequer um banheiro digno nas estações. E para resolver esse absurdo, quem paga a conta é a população, com atrasos nas saídas das garagens e o fantasma da greve de ônibus batendo na porta toda hora.

FEITO DE CUSPE

Não tem jeito para o asfalto da Avenida San Martin. A prefeitura faz uma Operação Tapa-buraco atrás da outra por lá, mas a buraqueira não acaba nunca. Parece até que o material utilizado é feito de areia e cuspe! Os motoristas não aguentam mais o caos diário de trafegar pela região. Algo duradouro e de qualidade precisa ser feito urgentemente antes que os carros se desmanchem na pista.

PERGUNTAR NÃO OFENDE

Além do drama de ver três trabalhadores mortos após o desabamento de um prédio, os moradores do Luís Anselmo ainda tiveram que andar sobre os entulhos a semana inteira. Os órgãos responsáveis pareciam sem disposição para limpar o local e a rua ficou largada. Para piorar, o "toró" que caiu na cidade transformou tudo em um mar de lama. Fica a pergunta: se fosse na Barra ou na Pituba, iriam demorar tanto assim para recolher os escombros? Perguntar não ofende!

OBRA QUE NÃO ACABA MAIS

O Largo de Roma, que era para ser um dos locais mais bonitos de Salvador por conta do Santuário de Santa Dulce dos Pobres, está parecendo cenário abandonado de filme de faroeste. Tem uma obra na praça que não acaba nunca, moradores de rua para todos os lados e a vergonha de uma cidade que não consegue sequer valorizar e ordenar uma região histórica e turística.

BAIXA DO ABANDONO

Por falar em Cidade Baixa, outro lugar que está vergonhoso por conta da falta de assistência e ordenamento das pessoas em situação de rua é a Baixa do Bonfim. O cenário no entorno da Colina Sagrada está de "sangrar os olhos", com tanta gente dormindo na grama entre papelões, lençóis e bagunça. A situação tem deixado baianos e turistas amedrontados, já que alguns ficam em cima da galera cobrando "pedágio" e pedindo dinheiro de forma agressiva. Bora agir, Sempre!

NÃO VAI NADAR NINGUÉM

Rapaz, até hoje os moradores de São Tomé de Paripe vivem com a praia contaminada. É verdade que colocaram placas para alertar os banhistas que frequentam o local, mas chama atenção a lentidão para resolver o foco da poluição de uma vez por todas. Enquanto isso, a galera que vive da pesca fica no prejuízo e os responsáveis pelo dano ambiental seguem faturando rios de dinheiro. Se o Capitão Nascimento passasse por lá, mandaria o aviso: "Não vai nadar ninguém!".

SEM CLIMA DE COPA

O clima de Copa do Mundo nunca esteve tão apagado. Se antigamente víamos diversos bairros pintados de verde e amarelo, cheios de bandeirolas e ansiedade pelo hexa, hoje o cenário é de total apatia. Atualmente, nem Neymar parece capaz de reverter o desinteresse da torcida com a Seleção Canarinho. O soteropolitano está muito mais focado no recesso do São João do que com o futebol da CBF.

CADÊ A LUZ QUE ESTAVA AQUI?

Trafegar de Feira de Santana para São Gonçalo dos Campos virou um verdadeiro teste de terror para os motoristas. Há meses não existe um poste sequer com iluminação funcionando na rodovia, principalmente no trecho que vai do CIS até a entrada do povoado de Magalhães. O breu total tem causado diversos acidentes. Vão esperar mais quantas batidas e tragédias para resolverem acender as luzes?

QUEBRA-MOLA (LITERALMENTE)

Dirigir por Feira de Santana virou um teste de resistência para a suspensão dos carros. Parece que a gestão municipal não sabe dosar a mão nos quebra-molas, deixando muitos deles parecendo cordilheiras. O veículo raspa inevitavelmente no asfalto e esta coluna já soube de motorista estourando mangueira de óleo por causa do impacto. Será que a prefeitura tem parceria com oficina mecânica? Porque na Princesinha do Sertão a vida útil do carro cai pela metade!

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