
Sem árvore, sem nada
As bananeiras artificias que a prefs usou como decoração para o 2 de julho em Salcity não agradou a galera. Nas redes sociais, a cobrança pelas árvores “de verdade” dominou e abriu margem para que o povo protestasse contra a falta de cuidado com o meio ambiente por parte da administração. Qualquer dia desse, a Roma Negra será a nova cidade de pedra.
Buracos continuam dominando
Quem passa pela Rua Nilo Peçanha, na Calçada, tem sofrido bastante com a buraqueira. E quando chove, fica impraticável trafegar por lá. Os motoristas já não aguentam mais reclamar de tamanho descaso com as pistas de Salvador. Ninguém vai dar um jeito nisso?
Cadê o tapa buraco?
Apesar das chuvas na capital baiana darem um trégua, nada mudou em relação aos buracos na cidade. Salvador continua parecendo uma pista de rally. A buraqueira ficou de herança para motoristas e motociclistas. Enquanto a operação tapa-buraco segue sendo anunciada, quem passa por diversas avenidas da cidade ainda precisa fazer malabarismo para escapar das crateras. Parece até prova de direção defensiva.
Tá barril
Trafegar pela BR-116 sul, no trecho entre Feira de Santana e Rafael Jambeiro, exige muito cuidado dos motoristas, porque as crateras existentes na pista colocam vidas em risco. Nas últimas terça e quarta, quando um leitor desta coluna passou por lá, flagrou alguns veículos com pneus estourados e parados no acostamento. Atenção, DNIT, vamos resolver isso?
Tá barril dobrado
Quem também passou pela BR-242 nesse São João certamente deixou muitos reais nas borracharias da região. Leitores do Massa relataram estar impraticável trafegar pelo trecho que liga até a Chapada Diamantina. É cada cratera que pneu algum aguenta.
Calçada da desgrama
Se Los Angeles tem sua Calçada da Fama, Salvador possui a calçada da desgrama. O que é aquilo onde ficam os ambulantes, entre o Salvador Shopping e a Avenida Tancredo Neves? A calçada está toda acabada, com buracos e pedras soltas. Será que a Prefeitura vai esperar alguém dar de cara com o chão para consertar?
Passarela de enfeite
A prefeitura vive incentivando a travessia segura, mas basta dar uma volta pela cidade para encontrar passarela com problemas de conservação, acessibilidade precária e pouca utilização. Resultado? Muita gente prefere se arriscar entre os carros. No fim das contas, a estrutura está lá, mas, para boa parte da população, continua sendo quase um monumento decorativo.
Lixo sem férias
Acabou o São João, começou julho e o lixo continua dando as caras em vários pontos da cidade. Basta uma chuva mais forte para sacolas, garrafas e entulho descerem pelos bueiros e seguirem rumo às praias. Depois vem o velho discurso de conscientização. Claro que educação da população é importante, mas limpeza urbana e fiscalização também não podem entrar de férias.
Os motoristas que lutem
Ter carro em Salvador está cada vez mais complicado para o trabalhador. Como se não bastassem as ruas cheias de buracos, as manutenções caras e preço do combustível lá no alto, agora os motoristas também precisam se preocupar com a quantidade abastecida. Uma galera procurou a Boca De Me Dê para reclamar de um problema comum no posto Menor Preço, especialmente o de São Rafael. Mesmo abastecendo quase 100 conto, o ponteiro que marca a quantidade de combustível no carro praticamente não sai do lugar. E pra piorar, os frentistas jogam a culpa pra cima dos donos dos carros e mandam eles procurarem uma oficina mais próxima. Pense num absurdo, no posto Menor Preço tem precedente.
Me ajude, Transalvador
Os moradores do bairro de Jardim Nova Esperança estão na onda com uma situação que vem se arrastando há tempos no local. Andar de carro na comunidade durante horário de pico está cada dia mais difícil. É um tal de carro estacionado de um lado e do outro, fazendo com que o trânsito fique travado na região. Em alguns casos os motoristas apelam, desligam os veículos e esperam a situação resolver. Mas o que a galera está querendo saber mesmo é por qual motivo a Transalvador não fiscaliza o bairro? Não pode entrar na periferia? Só os bairros nobres que precisam de atenção todos os dias? Me ajude aí, Transalvador.
Leões e gatinhos
Rapaz, mesmo depois de concluir os estudos, os alunos da UNIFACS vivem um verdadeiro dilema. As reclamações começam com os preços abusivos nas renovações de matrícula e agora chegaram nos atendimentos aos estudantes. O maior absurdo é com quem se formou e precisa do diploma, que tem demorado meses para ser disponibilizado. Isso mesmo, meses. Calma que ainda vai piorar: a universidade tem disponibilizado apenas atendimentos por inteligência artificial, os famosos robôs que falam tudo e não resolvem nada. O resultado disso não poderia ser outro: o Ministério Público da Bahia foi pra cima e pediu que a UNIFACS tome jeito e resolva toda essa situação. Pra cobrar mensalidades abusivas são uns leões, mas para resolver os problemas do povo são uns gatinhos.
