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Se liga! - 28/03/2026, 12:20 - Da Redação e Gustavo Zambianco - Atualizado em 29/03/2026, 09:39

Vape bomba entre jovens na Bahia enquanto consumo de álcool cai

Levantamento do IBGE mostra mudança no comportamento da juventude

Consumo de álcool diminuiu entre os jovens
Consumo de álcool diminuiu entre os jovens |  Foto: Clara Pessoa/Ag. A Tarde

O comportamento da galera mais nova está mudando, e os números comprovam. Dados do IBGE mostram que adolescentes de 13 a 17 anos estão bebendo menos e também reduziram o uso de drogas ilícitas na Bahia entre 2019 e 2024. Por outro lado, o cigarro eletrônico virou febre e disparou no mesmo período.

Álcool em queda, mas ainda alto

Na Bahia, o número de adolescentes que já experimentaram bebida alcoólica caiu de 60,6% para 51,6%. Em Salvador, também houve redução, saindo de 68,2% para 57,8%. Mesmo assim, a capital ainda aparece entre as que mais têm jovens que já beberam.

Outro detalhe que chama atenção: as meninas lideram o consumo. Em Salvador, 62,9% delas já experimentaram álcool, contra 52,8% dos meninos. A mesma tendência se repete no estado.

Além disso, o consumo é maior entre estudantes da rede pública do que da privada.

Vape dispara e vira alerta

Se por um lado o álcool caiu, por outro o cigarro eletrônico explodiu. Na Bahia, o uso mais que dobrou e já atinge 21,2% dos adolescentes — ou seja, praticamente um em cada cinco.

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Em Salvador, o crescimento foi menor, mas ainda assim significativo: saiu de 14,6% para 17,7%. O dado acende um alerta, já que o vape vem ganhando espaço rápido entre os jovens.

Cigarro comum perde espaço

Enquanto o vape cresce, o cigarro tradicional está perdendo força. Na Bahia, o índice caiu levemente, de 12,9% para 12,3%. Já em Salvador, a queda foi mais forte: de 18% para 12,2%, colocando a capital com um dos menores índices entre as capitais do país.

Drogas ilícitas também caem

Outro ponto positivo: a Bahia segue com o menor índice do Brasil quando o assunto é drogas ilícitas. O número de adolescentes que já experimentaram caiu de 5,5% para 4,3%.

Em Salvador, também houve redução, passando de 9,1% para 7,7%. Mesmo com a queda, o consumo ainda é mais comum entre meninos e alunos da rede pública.

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