27º Salvador, Bahia
previsao diaria
Facebook Instagram
WHATSAPP
Receba notícias no WhatsApp Entre no grupo do MASSA!
Home / Cidades

Na bronca! - 10/03/2023, 11:46 - Pedro Moraes - Atualizado em 10/03/2023, 12:59

Denúncia: Fábio Primo e OT Trans esclarecem apelos de rodoviários

Funcionários da empresa apontam a existência de demissões em massa e carga horária excessiva

Funcionários da empresa apontam a existência de demissões em massa e carga horária excessiva
Funcionários da empresa apontam a existência de demissões em massa e carga horária excessiva |  Foto: Uendel Galter/Ag. A TARDE

Casos de demissões e assédio moral foram denunciados por funcionários da Ótima Transporte, conhecida popularmente como OT Trans, que estão na bronca com o posicionamento do sindicato. Ao Portal Massa!, trabalhadores comentaram que quem reclama das horas extras impostas pela companhia e carga horária excessiva entraram no radar.

Após relatarem que a alta cúpula do Sindicato dos Rodoviários, integrado pelo presidente licenciado Hélio Ferreira e pelo presidente em exercício Fábio Primo, solicitaram da empresa o desligamento dos empregados insatisfeitos com o atual cenário, o gestor esclareceu o posicionamento do sindicato em entrevista à reportagem.

Aspas

“O que acontece é que um dirigente chamado Márcio Coelho, foi demitido dia 28 [de fevereiro], quando foi no dia 29, mais três dirigentes, sem motivos, foram e pararam a empresa [OT Trans]. A empresa está suscitando uma justa causa, só que o sindicato já se posicionou, o sindicato é contra as demissões, estamos tentando reverter as negociações, caso não consigamos, vamos judicializar”, relata Fábio Primo.

Questionado sobre a logística da carga horário de trabalho dos rodoviários, o presidente do Sindicato dos Rodoviários da Bahia, apontou que as denúncias são inverdades e explicou o funcionamento desse sistema.

Leia Mais

Educadora baiana é nomeada para diretoria do MEC

Enfermeiros ficam ‘na bronca’ por falta de garantia do piso salarial

Denúncia: Rodoviários na bronca com sindicato e empresa

Aspas

“Não temos banco de horas, e sim compensação. Nossa jornada é de 7h de trabalho e 20 minutos de descanso. Se ele fizer 5 horas, o dia dele tá pago, ele não deve nada. Se ele fizer hora extra, a empresa tem até 6 meses para compensar ou pagar. Essa questão é uma inverdade”, indica.

O Portal Massa! também procurou a OT Trans para saber esclarecimentos sobre este caso. Por meio de nota oficial, a assessoria de comunicação esclareceu essa situação.

“O Banco horas (compensação) é previsto na Legislação Trabalhista Lei 13.467 e no Acordo Coletivo de Trabalho desde 2020 (homologado no TRT). Já a jornada excessiva é improvável, seguimos a determinação das Ordens de Serviços da PMS - todas com critérios técnicos e dentro do previsto na jornada de trabalho. Sobre ex-empregados não podemos nos pronunciar - LGPD”, menciona a empresa.

exclamção leia também