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Criança autista é enviada de escola dentro de saco plástico com fezes na Bahia

Mãe denuncia que filho de 6 anos, não verbal e com TEA, chegou em casa sujo de fezes e enrolado em uma sacola, em alagoinhas

Criança foi mandada para casa dentro de uma sacola plástica
Criança foi mandada para casa dentro de uma sacola plástica |  Foto: Reprodução/Arquivo pessoal

Uma criança de 6 anos, com Transtorno do Espectro Autista (TEA), foi enviada para casa enrolada em uma sacola plástica e com a fralda suja de fezes após sair da Escola Municipal do Campo, em Alagoinhas, no interior da Bahia. O caso foi denunciado pela mãe da criança nas redes sociais.

Segundo o relato publicado pela mulher, identificada como Camila Almeida, o menino é autista, não verbal e necessita de cuidados específicos. Ela afirmou que ficou revoltada e profundamente triste ao encontrar o filho naquelas condições.

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“Meu filho não é lixo. Não é um objeto. Não é um produto para ser colocado dentro de uma sacola plástica”, escreveu Camila em uma publicação no Instagram.

De acordo com a família, o episódio aconteceu na última quinta-feira (24). A direção da unidade teria entrado em contato com a avó da criança para informar que o menino seria levado para casa pelo transporte da Secretaria Municipal da Educação (Seduc).

Ainda conforme o relato da mãe, a criança chegou em casa com a fralda suja de fezes e dentro de uma sacola plástica. A família decidiu tornar o caso público para cobrar a apuração do ocorrido e evitar que situações semelhantes voltem a acontecer. Veja:

Mãe denuncia escola muncipal de Alagoinhas, na Bahia
Mãe denuncia escola muncipal de Alagoinhas, na Bahia | Foto: Reprodução/ Instagram
Denúncia foi feita através do Instagram de Camila
Denúncia foi feita através do Instagram de Camila | Foto: Reprodução/ Instagram

Prefeitura é procurada

O MASSA! entrou em contato com a Prefeitura de Alagoinhas para solicitar um posicionamento sobre o caso e questionar as circunstâncias em que a criança foi encaminhada para casa.

Até a publicação desta reportagem, não havia sido divulgado um pronunciamento oficial da administração municipal.

A reportagem acompanha o caso e poderá ser atualizada após o recebimento de novas informações ou de um posicionamento da Prefeitura de Alagoinhas.

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