
A Defesa Civil Nacionaldivulgou orientações sobrecomo preparar um kit de emergência em casos de desastres de grande proporção. Por meio das redes sociais, na sexta-feira (6), o órgão recomendou que a população brasileira organize um kit de emergênciacom suprimentos básicos capazes de garantir a sobrevivência familiar por até 72 horas.
A medida visa mitigar os efeitos de eventos adversos que possam provocar o desabastecimento de água potável, interrupções no fornecimento de energia elétrica e falhas nos sinais de telefonia e internet.
🚨 Saiba como preparar seu Kit de emergência! Em desastres de grande proporção, o socorro pode demorar a chegar a algumas localidades devido às dificuldades de acesso. https://t.co/tl9fTv988s
— Defesa Civil Nacional (@defesacivilbr) November 6, 2026
Como montar o kit de emergência?
- ➡️ Água potável: A conta é de 2 litros por pessoa ao dia, totalizando 6 litros por indivíduo para os 3 dias.
- ➡️Alimentos não perecíveis: Barras de cereais, frutas secas, biscoitos e enlatados.
- ➡️Saúde e primeiros socorros: Medicamentos de uso contínuo, receitas médicas, álcool em gel, itens de higiene pessoal e equipamentos médicos (como medidores de glicose).
- ➡️Eletrônicos e comunicação: Lanterna, pilhas extras (guardadas separadamente), power bank, carregadores e um rádio AM/FM para acompanhar comunicados oficiais.
- ➡️ Documentos e utilidades:Cópias de documentos pessoais, dinheiro em espécie, lista de contatos de emergência (armazenados em pasta impermeável), além de mudas de roupa e sacolas plásticas.
- ➡️Necessidades especiais: Itens dedicados a bebês, crianças, idosos e animais de estimação.
A preparação para situações de emergência também é incentivada em outros países. No Reino Unido, a campanha Be Ready recomenda que as famílias tenham suprimentos para três dias, pensando em situações como tempestades e falta de energia. Na União Europeia, as orientações incluem possíveis emergências climáticas e ataques cibernéticos. No Japão, a população é aconselhada a manter alimentos e outros itens básicos para até sete dias.
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As autoridades brasileiras pontuam que a recomendação é apenas uma medida de prevenção e não significa que exista uma crise iminente.

