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Cidadania - 20/07/2026, 19:00 - Lorena Conceição

Fundação Cidade Mãe abre cadastros para novas famílias

Serviço já acolheu 52 crianças desde 2021

Na foto, Marilene Santos, de 42 anos, que está há cinco meses acolhendo o bebê de oito meses
Na foto, Marilene Santos, de 42 anos, que está há cinco meses acolhendo o bebê de oito meses |  Foto: Jefferson Peixoto / Secom PMS

A Prefeitura de Salvador anunciou, nesta segunda-feira (20), a ampliação do cadastro de famílias para o Serviço Família Acolhedora, que oferece de forma provisória, acompanhamento a crianças e adolescentes em situação de risco afastados do convívio familiar por medida protetiva determinada pela Justiça.

O Serviço Família Acolhedora é desenvolvido exclusivamente pela prefeitura, por meio da Fundação Cidade Mãe. As famílias recebem antes, durante e após o período de acolhimento o acompanhamento psicossocial, além de orientação técnica ao longo de toda a participação no serviço.

Como participar

Para participar, o interessado deve se inscrever ou obter mais informações pelo e-mail [email protected] ou pelos telefones (71) 3202-2428 e (71) 3202-2429.

É necessário atender aos seguintes pré-requisitos, além de apresentar os seguintes documentos:

➡️RG e CPF;
➡️comprovantes de residência e de renda;
➡️ter mais de 21 anos;
➡️morar em Salvador há pelo menos dois anos;
➡️estar em boas condições de saúde física e mental;
➡️não possuir vínculo de parentesco com a criança ou adolescente em processo de acolhimento;
➡️contar com a adesão de todos os integrantes da família à proposta do serviço, entre outros requisitos.

Desde sua implantação, o serviço já acolheu 52 crianças. A primeira delas foi atendida em 2021.

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A presidente da Fundação Cidade Mãe, Isabela Almeida, relata o cuidado realizado no processo de acolhimento, trazendo o suporte psicológico para trabalhar o vínculo criado com a criança.

“A Fundação Cidade Mãe acompanha a família acolhedora o tempo todo. Antes, durante e depois. As famílias recebem acompanhamento psicológico, inclusive para trabalhar a questão do vínculo. Existe também a possibilidade de as famílias acolhedoras se tornarem madrinhas, de acordo com a permissão da família para a qual a criança será direcionada, seja a família biológica ou adotiva. No final, quem ganha é a criança, com várias fontes de amor e cuidado”, acrescenta.

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