
A traficante portuguesa Paula Patrícia Moreira Gonçalves, presa em Salvador após ser identificada pelo Sistema de Reconhecimento Facial, agora também está na mira das autoridades por uma possível conexão com o esquema financeiro de uma facção criminosa baiana. Segundo as investigações, a mulher teria relação com um homem apontado com o agiota do grupo, responsável por movimentar dinheiro e dar suporte a atividades ilegais.
A suspeita é de que essa parceria estivesse ligada ao envio de drogas para a Europa, fortalecendo uma ponte internacional do crime. Ainda de acordo com as apurações, esse braço financeiro teria ligação com o PCC, o que amplia o alcance da rede investigada.
Forças estaduais e federais seguem analisando o caso para entender o nível de envolvimento da estrangeira no esquema.
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O que rolou?
A mulher foi presa na quarta-feira (1º), no bairro do Arenoso, em Salvador. Condenada a quatro anos de prisão por tráfico de drogas em Portugal, ela estava foragida e usava documentos falsos, com o nome de Elizandra Oliveira, para tentar despistar as autoridades.
Antes de ser localizada, a traficante chegou a circular normalmente pela cidade, inclusive durante o Carnaval de Salvador 2026. No entanto, acabou sendo identificada pelo sistema de reconhecimento facial da SSP-BA, que acionou as equipes policiais. Após a prisão, ela foi encaminhada à Polinter, onde permanece custodiada enquanto aguarda os procedimentos para extradição.
