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Absurdo! - 16/12/2023, 12:05 - Dara Medeiros

Sargento xinga menino de "viadinho" e espanca mãe dele após um 'baba'

Vítima foi enforcada, jogada contra grade da quadra de futebol e teve o braço torcido

Criança jogava bola com o primo quando as ofensas começaram
Criança jogava bola com o primo quando as ofensas começaram |  Foto: Reprodução/CBF/Redes Sociais

Um caso de violência no Distrito Federal chamou a atenção do Brasil neste fim de semana. Enquanto um menino jogava bola com o primo no condomínio em que mora, ele foi xingado de “viadinho” e humilhado por um vizinho, que é sargento do Corpo de Bombeiros. O agressor ainda espancou a mãe da criança quando ela se aproximou para entender a situação.

O sargento confessou que apertou o pescoço da mãe do menino e a pressionou contra a grade da quadra de futebol do local. Segundo a vítima, ele também torceu o braço dela e a deixou com falta de ar. As testemunhas confirmaram que a mulher só não desmaiou, porque um outro vizinho chegou e afastou os dois.

Violência gratuita

Enquanto prestava depoimento, a mulher que foi espancada revelou que o sargento xingou o filho dela e a agrediu sem nenhum motivo. A criança estaria ‘batendo um baba’ com o primo no fim da tarde, por volta das 17h, e se machucou. Ao ver a partida, o criminoso teria começado a ofender o garotinho, afirmando que ele “não era homem” e pediu que ela fosse chamada.

Ao chegar à quadra esportiva, ela foi surpreendida com ofensas e discutiu com o vizinho, que teria gritado “seu filho é um viadinho” diversas vezes, até que partiu para a agressão física.

A vítima desceu até a quadra esportiva e relatou uma confusão com esse homem. Segundo ela, o rapaz, depois identificado como sargento dos bombeiros, teria gritado várias vezes: “Seu filho é um viadinho!”. A mãe começou a defender o garoto, os dois subiram o tom e o homem deu início às agressões.

O caso de lesão corporal está sendo investigado pela 17ª Delegacia de Polícia (Taguatinga Norte). Em nota, o Corpo de Bombeiros Militar do DF (CBMDF) ressaltou que a corporação é “totalmente contrária a condutas em desalinho com a legislação e que venham a ferir os preceitos da ética, moral e bons costumes”, e que a conduta do sargento “está sendo apurada internamente pelos setores responsáveis”.

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