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Violência doméstica - 12/04/2026, 19:20 - Da Redação

Mulher é estrangulada no sul da Bahia; principal suspeito é o ex

Corpo da vítima foi encontrado em fase de decomposição

Crime ocorreu em Porto Seguro
Crime ocorreu em Porto Seguro |  Foto: Divulgação/ Ascom PCBA

Uma mulher de 39 anos, identificada como Juliana Guaraldi, foi encontrada morta com sinais de estrangulamento na sexta-feira (10), em Arraial D'Ajuda, distrito de Porto Seguro, no Sul da Bahia. O principal suspeito do crime, Daniel Carlos Sobreira de Sousa, de 41 anos, ex-companheiro da vítima, foi encontrado morto neste domingo (12), com indícios de suicídio.

A mulher estava desaparecida desde a última terça-feira (7), e, de acordo com a Polícia Civil, foi encontrada morta em fase de decomposição dentro de sua casa, no bairro Mangabeira.

Juliana Guaraldi foi encontrada morta
Juliana Guaraldi foi encontrada morta | Foto: Reprodução/Redes Sociais

Ainda segundo o órgão, o caso foi registrado na Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (Deam/Porto Seguro). A unidade especializada segue com diligências para esclarecer todas as circunstâncias do fato.

Suspeito era DJ conhecido na região

Daniel Carlos trabalhava como DJ e era conhecido na região. Batizado profissionalmente como DJ Danka, ele costumava tocar em eventos como formaturas e casamentos no sul do estado.

DJ Danka é o principal suspeito do crime
DJ Danka é o principal suspeito do crime | Foto: Reprodução/Redes Sociais

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De acordo com o G1, algumas atitudes suspeitas por parte de Daniel o deixaram na mira das investigações. A polícia escutou o depoimento de pessoas que afirmam que o casal tinha um relacionamento conturbado e brigaram publicamente no fim de março.

Os dois teriam discutido durante uma festa ao ponto de outras pessoas que estavam no local intervirem. O DJ teria sido agredido na ocasião.

Outro fator considerado foi que ele registrou um boletim de ocorrência por agressão e roubo no mesmo período em que Juliana estava desaparecida. Porém, o suspeito continuou usando o mesmo aplicativo de mensagens no aparelho, com indícios de alteração no número do IMEI do celular na época em que o corpo da vítima foi achado, contradizendo a versão do assalto.

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