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FIM DA LINHA - 10/04/2026, 12:02 - Jaísa de Almeida

Baianos mortos na Paraíba: mesmo com prisão, caso pode render novidade

Linha de investigação envolve suposta dívida de drogas

Caso segue com outros envolvidos sendo procurados
Caso segue com outros envolvidos sendo procurados |  Foto: Ilustrativa/Divulgação/PC-BA

Os cinco homens suspeitos de envolvimento na morte de quatro trabalhadores baianos que atuavam na Paraíba já foram identificados. Um deles, um jovem de 20 anos, teve mandado de prisão temporária cumprido na quinta-feira (9), após o avanço das investigações sobre o caso.

As apurações indicam que o crime pode ter relação com uma dívida ligada ao tráfico de drogas. Conforme a linha investigativa, uma das vítimas teria ligação com um ponto de venda de entorpecentes na região, o que teria desencadeado a ação criminosa que terminou no sequestro e na execução do grupo.

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A sequência dos fatos aponta ainda que, na madrugada de 1º de abril deste ano, os quatro homens — que moravam em Bayeux e estavam na Paraíba a trabalho — foram sequestrados e levados para uma área de mata no bairro Brisamar, em João Pessoa. No local, eles foram executados e tiveram os corpos abandonados em uma região de difícil acesso. Os cadáveres só foram encontrados no dia 3 de abril.

Os trabalhadores foram identificados como:

  • Cleibson Jaques, 31 anos, natural de Campo Formoso;
  • Sidclei Silva, 21 anos, natural de Morro do Chapéu;
  • Lucas Bispo, natural de Campo Formoso;
  • Gismário Santos, 23 anos, natural de Morro do Chapéu.
Imagem ilustrativa da imagem Baianos mortos na Paraíba: mesmo com prisão, caso pode render novidade
Foto: Reprodução/TV Cabo Branco

Cerco próximo de ser fechado

Com o avanço das diligências, os suspeitos foram identificados e qualificados, o que permitiu à Justiça expedir os mandados de prisão temporária. Um dos investigados foi localizado e preso em Bayeux, enquanto os demais seguem sendo procurados.

A ação foi conduzida pela Polícia Civil da Paraíba (PC-PB), por meio da Delegacia de Crimes Contra a Pessoa da Capital (DCCPES) e do Núcleo de Homicídios da 4ª Delegacia Seccional de Polícia Civil (DSPC), com apoio da UNINTELPOL.

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