
Não vai faltar opção para quem for passar o São João em Salvador. Com uma programação vasta, o Governo do Estado, por meio da Secretaria de Turismo (Setur) e da Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Estado (SDE), vai levar o "arrasta pé" para toda a capital, e um desses locais é o Mercado do Rio Vermelho.
O “Arraiá da Ceasinha”, oficialmente lançado pela gestão na tarde dessa terça-feira (6), é uma iniciativa integrada à programação do São João da Bahia que pretende dar novos ares ao espaço. Com apresentações de grupos de forró e outras manifestações culturais, além da concentração de comidas típicas da época, o Mercado do Rio Vermelho será um dos points juninos de sexta-feira à domingo até o dia 2 de julho.

O secretário estadual de Turismo, Maurício Bacellar, pontuou que o desejo da pasta é trazer mais opções para o visitante que vier à Salvador.“Esse é um centro de abastecimento da cidade de Salvador, mas é também um centro gastronômico. Aqui temos uma loja com produtos da agricultura familiar e essas são coisas que interessam ao turista”, disse o secretário.
A ideia, portanto, é aproveitar a época do São João para aumentar a atratividade da Ceasinha de maneira a convidar o turista a conhecer o que o espaço tem a oferecer.Também presente no lançamento, o presidente da Associação Brasileira de Agência de Viagens da Bahia (ABAV Bahia), Jean Paul Gonze, se mostrou otimista com a ideia. “Acho que a gente tá dando um passo certo porque precisamos de produtos em novas regiões para explorar e trazer os turistas”, destacou.

Retomada pós-pandemia
Imprimir o Mercado do Rio Vermelho como um importante polo turístico da cidade será importante para a retomada da força do equipamento após a pandemia, como explica Dionísio Rios, permissionário do mercado há mais de 30 anos. “Depois da pandemia, caiu um pouco as vendas, não se vê muita movimentação, assim como em muitos outros comércios. Acho que essa parceria só vem a agregar”, ressaltou. “Eu acho que vai ser um sucesso, que teremos um aumento nas vendas que eu espero ser maior que 50% porque aqui na Ceasinha tem de tudo que o turista imaginar”, concluiu Dionísio.
