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É briga! - 23/11/2023, 16:30 - Da Redação

Feira: Colbert rebate Eremita após críticas por pedido de empréstimo

Prefeito pegar ar com presida da Câmara e exige que pedido entre em pauta

Prefs de Feira fica 'P' da vida com Eremita
Prefs de Feira fica 'P' da vida com Eremita |  Foto: Divulgação/Prefeitura de Feira de Santana

O prefeito de Feira de Santana, Colbert Martins (MDB), rebateu às críticas da presida da Câmara Municipal, Eremita Mota (PSDB), ao pedido de 50 milhões de dólares enviado para a Casa.

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Colbert acusou Eremita de agir contra o município ao demorar de colocar o tema em pauta de votação. O prefeito ainda afirmou que não há exigência de registro do que será feito com a grana.

"O governo do Estado aprovou na quarta (22), R$ 1 bilhão e 600 milhões de reais para obras de infraestrutura, não é necessário descrever o que será feito, mas eu fiz a relação, há mais de 60 dias está na Câmara uma relação de ruas e viadutos onde queremos aplicar esses recursos. Estou fazendo isso em interesse da nossa cidade, mas dizer a presidente da Câmara que colocando em votação, quem vai decidir são os vereadores [...] a presidente da Câmara tem o dever de colocar a matéria em votação, quem vai decidir se aprova ou não são os vereadores, uma posição desse tipo da presidente da Câmara, é uma posição contra Feira de Santana", disparou Colbert, em entrevista ao ConectadoNews.

"Pelo que vejo, há um interesse contra o município, qualquer matéria que for solicitada como foi na Assembleia Legislativa, é obrigação da presidente receber e dar publicidade, fazer a leitura. Ela sequer fez a leitura da matéria [...] Está na hora da Câmara colocar em votação e deixar os vereadores decidirem", continuou.

"Na hora que for autorizado pela Câmara, contrato os projetos, porque preciso fazer o projeto contratado, contratando o projeto temos certeza que entre 60 a 90 dias teremos condição de licitação para que essas obras comecem, entendo que é importante que possamos ter as licitações claras e abertas. Qual é a função da Câmara? A presidente da Câmara não é engenheiro para fazer esse tipo de exigência. O que ela pode fazer neste momento é colocar em votação, quando fizermos o projeto, a Câmara volta a fazer o seu papel de fiscalização e acompanhamento dos gastos públicos, isso pode, deve e temos o interesse que seja feito pela Câmara", fechou.

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