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Pode isso? - 15/05/2023, 06:30 - Da Redação - Atualizado em 15/05/2023, 06:42

AGU indica que Bolsonaro fez uso do Estado durante campanha

Advocacia Geral da União revela empréstimo consignado, gastos do cartão corporativo e ação da PRF

Bolsonaro está na mira da AGU
Bolsonaro está na mira da AGU |  Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O trabalho de revisão dos sigilos impostos pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), realizados pela Controladoria Geral da União (CGU), aponta para o uso da máquina pública na disputa eleitoral de de 2022. O órgão revelou também que o governo do ex-capitão fez agiu de forma extremamente irregular na pandemia.

A Controladoria já revisou 254 processos de sigilo da administração de Bolsonaro e determinou a abertura das informações na maioria dos casos reavaliados. Reportagem da Folha de São Paulo revelou que dentre os processos, 112 pedidos via Lei de Acesso à Informação (LAI) relacionados a segurança nacional, 38 relativos à proteção de Bolsonaro e seus familiares, 51 dados e informações pessoais e outros 15 relacionados a atividades de inteligência.

As informações divulgadas pela Controladoria mostram que o governo Bolsonaro concentrou em outubro de 2022, mês das eleições presidênciais. A liberação de empréstimos consignados do Auxílio Brasil.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE), julga a conduta do ex-presidente no período eleitoral por conta do uso desse crédito na eleição. A ação do TSE pede que Bolsonaro se torne inelegível por abuso de poder político e econômico.

Os dados divulgados revelaram que Bolsonaro utilizou o cartão corporativo da Presidência da República para abastecimentos em postos de combustível nas datas de motociatas.

Ainda de acordo com a matéria da Folha, um dos processos que foram retirados o sigilo indicam indícios de ação da Polícia Rodoviária Federal (PRF) no segundo turno das eleições do ano passado, direcionadas aos estados em que seu concorrente, Lula (PT) havia sido mais votado na primeira etapa das eleições.

A Controladoria Geral da União (CGU) determinou a entrega de relatórios elaborados pela Agência Brasileira de Inteligência (Abin) para avaliar o avanço do novo coronavírus durante a pandemia, além de telegramas do governo relacionados à compra de vacinas.

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