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Exclusivo - 13/06/2026, 11:38 - Nilson Marinho - Atualizado em 13/06/2026, 11:51

Suspeito de ejacular em jovem no metrô escreve frase suicída na cela

O jovem foi acusado de ejacular em uma passageira no Acesso Norte

O jovem foi preso por suspeita de importunação sexual
O jovem foi preso por suspeita de importunação sexual |  Foto: Reprodução/Instagram

O jogador de futsal de 22 anos identificado como Swan Tales Assis Santos, preso em flagrante na última quinta-feira (11) sob suspeita de ejacular em uma mulher na Estação Acesso Norte, em Salvador, escreveu uma frase suicída na parede da carceragem para onde foi levado após a prisão. Ele aguarda a audiência de custódia, que pode determinar sua soltura ou a manutenção da prisão.

O portal MASSA! apurou que Swan escreveu a seguinte mensagem: "Eu sou um merda, mereço morrer. Fui moleque. Errando é que se aprende".

O jovem escreveu uma frase suicída na cela
O jovem escreveu uma frase suicída na cela | Foto: Portal MASSA!

Filho de uma policial militar, o suspeito foi detido após passageiros perceberem que uma jovem de 18 anos estava com a calça suja de sêmen. Ele foi filmado e hostilizado dentro da estação antes de ser conduzido aos seguranças do metrô, que acionaram a Polícia Militar.

Em um vídeo gravado por uma passageira, Swan aparece com o zíper da calça aberto e nega ter ejaculado na vítima. Nas imagens, porém, a jovem aparece com a roupa manchada. O suspeito negou a autoria do ato, mas, ao chegar à Central de Flagrantes, nos Barris, afirmou que havia "se empolgado". Posteriormente, durante depoimento à delegada responsável pelo caso, voltou a negar o crime.

Liberdade

A defesa sustenta que o jovem enfrenta problemas de saúde mental. Em entrevista ao portal MASSA!, o advogado Douglas Vicente afirmou que pretende pedir a liberdade do cliente neste início das investigações, alegando que ele não estaria em condições psicológicas adequadas.

A defesa também pretende argumentar contra uma eventual manutenção da prisão. “A situação é extremamente delicada, mas não estamos tratando de um caso de estupro. Não estamos tratando de atos de violência direta, de sangue, agressão física, ameaça ou cárcere privado. O crime imputado é o de importunação sexual”, afirmou o advogado.

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