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Mandante identificado - 04/08/2026, 07:48

Jovem de 20 anos é o mandante de morte da prima de Mara Maravilha

Crime contra advogada Cláudia Félix de Oliveira ocorreu no dia 25 de julho

A advogada Cláudia Félix foi morta em Itororó
A advogada Cláudia Félix foi morta em Itororó |  Foto: Reprodução/Instagram @claudiafelixadv

O mandante da morte da advogada Cláudia Félix de Oliveira, de 51 anos, executada a tiros no dia 25 de julho, em Itororó, no sudoeste da Bahia, é um jovem de 20 anos, morador de Camaçari, na Região Metropolitana de Salvador (RMS). A informação foi divulgada pela Polícia Civil na manhã desta segunda-feira (4), após a deflagração da Operação Vendetta, que tem como objetivo prender os envolvidos no assassinato da vítima.

Segundo as investigações, um sobrinho da advogada teria contraído uma dívida com o suspeito, que, por esse motivo, teria ordenado a execução. A família de Cláudia chegou a vender alguns bens na tentativa de quitar o débito.

"As investigações apontam que o crime está relacionado a um contexto de cobranças decorrentes de um suposto prejuízo financeiro atribuído a um familiar da vítima, hipótese que segue sendo apurada pela Polícia Civil. Com base nas provas reunidas até o momento, a autoridade policial representou pela decretação das prisões temporárias dos investigados", informou o diretor regional da Diretoria Regional de Polícia do Interior (Dirpin/Sudoeste), delegado Roberto Júnior.

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Prisões

Durante a operação desta segunda-feira, dois homens foram presos temporariamente. Um deles é um policial militar da ativa, de 29 anos. O outro é um monitor de ressocialização terceirizado do Conjunto Penal de Lauro de Freitas, de 27 anos.

Em endereços ligados ao monitor, em Dias d'Ávila, na Região Metropolitana de Salvador (RMS), foram cumpridos mandados de busca e apreensão. No local, os policiais apreenderam duas pistolas de airsoft, um fuzil de airsoft, um colete tático, 67 estojos de munições de diversos calibres e dois rádios comunicadores. Todo o material passará por análise pericial.

De acordo com a Polícia Civil, os dois presos teriam agido na companhia de outros dois comparsas: um homem de 39 anos, já identificado pelos investigadores, e um quarto suspeito, que ainda não foi identificado.

Dinâmica do crime

Segundo as investigações, os suspeitos deixaram Dias d'Ávila na noite de 24 de julho com destino a Itororó, cidade onde a advogada morava e onde ocorreu o crime.

Na madrugada do dia seguinte, o grupo seguiu até a residência da vítima, onde, conforme as investigações, o homicídio foi cometido. A apuração também aponta que, nos dias 20 e 21 de julho, os investigados já haviam ido ao município para monitorar a rotina da advogada.

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