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Tensão! -

Homem morre após fazer crianças de reféns

Crianças de 4 e 5 anos foram resgatados após mais de duas horas de negociação

Caso aconteceu em Curitiba
Caso aconteceu em Curitiba |  Foto: Divulgação/PM-PR

Momentos de tensão tomaram conta de um Centro Municipal de Educação Infantil (CMEI) no bairro São Braz, em Curitiba, nesta sexta-feira (9). Um homem armado invadiu a unidade e fez 13 crianças reféns dentro de uma sala. Após horas de negociação, ele foi morto durante uma ação do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope).

As crianças, com idades entre 4 e 5 anos, foram retiradas do local com vida. Após o resgate, elas foram encaminhadas para atendimento médico e psicológico e puderam reencontrar os familiares.

Segundo a Polícia Militar do Paraná, o invasor entrou na unidade armado com uma faca e se trancou em uma das salas com os pequenos. Equipes da PM, da Guarda Municipal e do Bope cercaram o CMEI e iniciaram uma negociação para tentar liberar os reféns.

Horas de tensão

A ocorrência começou por volta das 15h e se arrastou por mais de duas horas. Durante todo esse tempo, familiares permaneceram nas proximidades da unidade aguardando notícias sobre as crianças.

A equipe especializada do Bope tentou negociar com o homem, mas, diante do agravamento da situação, os policiais realizaram uma entrada tática no local.

A tenente Letícia Martins, porta-voz da Polícia Militar, confirmou que as 13 crianças foram retiradas da sala e que o suspeito morreu durante a operação.

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“A equipe de negociação fez o adentramento do Bope e, neste momento, nós temos a situação de reféns encerrada. Tivemos 13 crianças que foram resgatadas”, afirmou.

A PM não divulgou imediatamente a identidade do invasor e pediu cautela diante de informações que começaram a circular nas redes sociais sobre quem seria o homem e qual teria sido a motivação para o ataque.

Prefeitura mobilizou apoio

A Prefeitura de Curitiba informou que acompanhou a ocorrência desde o início e mobilizou equipes da Secretaria Municipal da Educação para dar suporte às crianças, aos funcionários da unidade e às famílias.

Profissionais de psicologia também foram acionados para prestar atendimento especializado após o episódio.

As circunstâncias da invasão e o que teria motivado o homem a entrar no CMEI ainda serão investigados pelas autoridades.

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