
O empresário Marcelo Batista, apontado como principal suspeito do caso ferro-velho, teve a prisão convertida em domiciliar parcial. A decisão foi publicada pelo Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) nesta quarta-feira (13).
De acordo com informações apuradas pelo MASSA!, Marcelo deverá utilizar tornozeleira eletrônica e foi autorizado a sair de casa para administrar a sua empresa. Ele poderá deixar a residência das 6h às 20h, de segunda a sábado.
Em nota enviada ao MASSA!, o TJ-BA informou que o monitoramento eletrônico é de responsabilidade da Secretaria de Administração Penitenciária (Seap), por meio da Central de Monitoramento Eletrônico de Pessoas (CMEP), órgão responsável pela instalação, fiscalização e acompanhamento dos equipamentos 24 horas por dia.
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O despacho judicial determinou a colocação imediata da tornozeleira eletrônica, além da atualização do endereço do denunciado nos autos do processo, que tramita na Vara do Júri sob acusação de homicídio qualificado.
O crime
Marcelo Batista é investigado pelo desaparecimento de Paulo Daniel e Matusalém, ocorrido em novembro de 2024. Segundo a Polícia Civil, os dois homens desapareceram após irem até um ferro-velho, que o empresário era proprietário, localizado no bairro de Pirajá, em Salvador.
Durante as investigações, vestígios de sangue foram encontrados no estabelecimento e o sistema de monitoramento da empresa teria sido destruído. Até hoje, os corpos das vítimas nunca foram localizados.
