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Brutalidade -

Dono de loja executado no Itaigara tinha histórico na Justiça

Eduardo Santana de Oliveira foi surpreendido por dois homens que chegaram de moto

Eduardo Santana de Oliveira foi morto a tiros nessa terça-feira (22)
Eduardo Santana de Oliveira foi morto a tiros nessa terça-feira (22) |  Foto: Reprodução/Arquvio Pessoal

Um homem identificado como Eduardo Santana de Oliveira foi morto a tiros na tarde desta terça-feira (22), no bairro do Itaigara, em Salvador. A vítima era proprietária da Butique da Chave, onde o crime foi cometido.

Segundo informações preliminares, Eduardo estava dentro do estabelecimento, localizado em uma das principais avenidas do bairro, quando foi surpreendido pelos disparos. Testemunhas relataram que dois homens em uma motocicleta teriam parado em frente à loja e atirado contra ele.

Equipes da Polícia Militar foram acionadas e estiveram no local. O Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), da Polícia Civil, investiga o caso.

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De acordo com a Polícia Civil, o corpo apresentava lesões compatíveis com disparos de arma de fogo. Guias para perícia e remoção foram expedidas, enquanto diligências e oitivas são realizadas para tentar identificar os responsáveis pelo homicídio e esclarecer a motivação.

Histórico chamou atenção

Informações obtidas pelo MASSA! apontam que Eduardo possuía um histórico de processos judiciais. Em consultas aos sistemas, a reportagem identificou ações penais nas quais ele aparece como parte em casos classificados como roubo majorado e homicídio simples, além de um Termo Circunstanciado relacionado a vias de fato. Também foram encontrados processos na esfera cível.

Ainda segundo informações obtidas pelo MASSA!, Eduardo possuía registro ativo no Sistema Nacional de Armas (SINARM), da Polícia Federal, de uma pistola Taurus PT140 G2, calibre .40 S&W. A reportagem também apurou que ele costumava andar armado.

Eduardo também seria apontado como agiota. A informação faz parte do levantamento realizado pelo MASSA!.

A Polícia Civil realiza diligências e ouve testemunhas para identificar os autores e descobrir o que teria motivado o crime.

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