
As irmãs gêmeas Maddie e Ivy Mora, de 22 anos, chamaram atenção nas redes sociais ao revelarem que vivem um relacionamento polígamo com o cinegrafista Fetti Rawlings.
O trio, que está junto há dois anos, contou ao jornal The Sun que a relação gerou indignação na família das jovens, especialmente pela escolha de Ivy, que convidou a própria irmã para fazer parte da relação.
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Apesar das críticas, as irmãs garantem que o relacionamento não é incestuoso. Elas explicam que nunca fizeram nada sexual entre si e que apenas dividem o tempo com o namorado: “Minha irmã gêmea e eu nos revezamos quando queremos ficar a sós com nosso namorado. Eu durmo com ele na segunda e a Maddie na terça, e assim por diante”, disse Ivy.
Ainda segundo ela, há dias em que as duas dormem juntas com Fetti, mas sem envolvimento sexual entre as irmãs.
Relação aberta
A história começou quando Fetti e Ivy estavam em um namoro monogâmico há dois anos. Ele conversou sobre o desejo de viver um relacionamento polígamo e, para surpresa geral, Ivy aceitou, e ainda escolheu Maddie para integrar o relacionamento.
“Nossos pais não se sentem à vontade com o nosso relacionamento”, afirmou Maddie ao The Sun. “Eles acham que estamos fazendo coisas inapropriadas e não aprovam por razões culturais e pessoais.”
Mesmo com o bombardeio de críticas, as irmãs afirmam que 95% das reações são negativas, o trisal diz viver em paz. Entre os comentários mais comuns, há acusações de “lavagem cerebral”, insinuações de incesto e teorias sobre abuso. Por outro lado, algumas pessoas elogiam a união e destacam que o trio parece realmente feliz.
Quem é mãe, quem é tia?
Os três já fazem planos para o futuro, incluindo casamento e filhos. De acordo com Ivy, a ideia é que, com um bebê, uma das mulheres se dedique integralmente aos cuidados da criança, enquanto as demais cuidariam das tarefas domésticas e das necessidades do marido dentro da dinâmica polígama que seguem “como uma religião”.
Para lidar com o julgamento público, Ivy criou um podcast chamado @thevaluablelady, onde fala sobre poligamia e tenta “educar outras mulheres” sobre o modelo de relação que vive.
