
O Vitória se juntou a outros clubes, como São Paulo, Ponte Preta, Guaraní e Portuguesa, em uma petição conjunta no Supremo Tribunal Federal (STF), enviada ao ministro Luiz Fux, relator da ADI 8.027/DF, para acompanhar o processo que discute a Medida Provisória (MP) que proíbe as apostas esportivas no país. Os clubes são patrocinados por bets e, com a medida, sofrem impacto significativo.
Na solicitação, os times pedem que os efeitos da Medida Provisória 1.394/2026 sejam suspensos ou que haja um período de adaptação para os contratos ativos. Segundo as organizações, há impactos diretos nos acordos de patrocínio existentes e no planejamento das receitas.
A medida prevê que os anúncios e patrocínios relacionados às bets sejam removidos em até dez dias, enquanto as autorizações para operação de apostas de quota fixa sejam encerradas em até 30 dias.
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O Vitória pode deixar de receber R$ 20 milhões por ano com o avanço da medida que determina o fim da operação das casas de apostas online no Brasil.
O clube baiano tem uma empresa do setor como patrocinadora máster da camisa, a 7KBet, e está entre os 14 times da Série A que possuem contratos semelhantes.
Outros processos em vigor
O Rubro-Negro baiano, junto das outras equipes, também deseja acompanhar outros processos em andamento no STF, como a ADI 7721. A discussão envolve o uso de dinheiro de programas sociais, como o Bolsa Família e o BPC, em apostas online.
Outros clubes, como Botafogo, Flamengo e Fluminense, também fizeram pedidos anteriormente para participar dos processos.

