
A notícia da negociação do zagueiro Ramos Mingo com o América do México surpreendeu os torcedores do Bahia nas últimas horas. A notícia da transferência relâmpago, a poucos dias do encerramento da janela, levantou questionamentos por parte dos tricolores sobre a situação do sistema defensivo da equipe.
Com apenas 12 rodadas para o fim desta edição do Campeonato Brasileiro, única competição em que o Tricolor ainda compete, fica a dor de cabeça para Rogério Ceni decidir quem será o substituto direto na posição do argentino, que era titular absoluto da equipe por duas temporadas.
Sem Mingo, o Esquadrão conta com apenas cinco zagueiros à disposição no plantel principal, sendo eles: David Duarte, Marcos Victor, Kanu, Luiz Gustavo e o recém chegado Marcos Moreno. Além deles, há a possibilidade de Fred Lipert, cria da base, receber mais oportunidades.

Possíveis substitutos
Para a posição em aberto, do lado esquerdo da defesa, o único canhoto disponível é Luiz Gustavo, de 19 anos. Na época, o Bahia desembolsou R$ 32 milhões ao Vasco pelo jogador, que só atuou em cinco partidas este ano.
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Além dele, Kanu e David Duarte já atuaram pelo mesmo setor em algumas oportunidades. Marcos Moreno, que ainda não estreou, mostrou disposição para atuar em qualquer posição, afirmando não sentir a pressão.
"Joguei em muitas posições. Estive oito anos no Atlético de Madrid. Me sinto seguro jogando, pode ser de três, de quatro. Já joguei na esquerda e na direita. Sou jogador com qualidade para jogar na direita ou esquerda. Não é meu problema. Falei com o Rogério [Ceni], que me deu tranquilidade. Quero jogar, estar bem fisicamente", disse o espanhol, em entrevista coletiva de apresentação.

Possível reposição?
Conforme informações divulgadas pelo ge, o Bahia não deve buscar um novo defensor para repor a saída de Mingo. A diretoria do Grupo City entende que o time já possui um elenco competitivo para o restante da temporada e só deve contratar novas peças no início de 2027.

